O Mundo em 3 Minutos: Brasil e EUA: encontro presidencial e seus resultados

Digníssimas e digníssimos,

O recente encontro dos presidentes do Brasil e dos Estados Unidos, Jair Bolsonaro e Donald Trump, foi destaque nos principais noticiários nacionais e estrangeiros nos últimos dias. A reunião marcou a primeira visita oficial de Bolsonaro ao país norte-americano, e abarcou diversas questões de relevância para as relações diplomáticas entre as duas nações.

Ao término do evento, os chefes de Estado emitiram um Comunicado Conjunto, no qual afirmam ter assumido “o compromisso de construir uma nova parceria entre seus dois países com foco no aumento da prosperidade, na melhoria da segurança, na promoção da democracia, da liberdade e da soberania nacional”. Dentre os temas abordados na declaração estão a situação política e econômica da Venezuela, cooperação na área de defesa e segurança, parcerias estratégicas na esfera militar e compromissos nas áreas econômica e comercial.

Em relação a esse último tópico, um dos pontos de maior repercussão foi o fato de o Brasil dispensar o tratamento especial e diferenciado nas negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) e, em contrapartida, receber o apoio dos EUA para ingressar na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No último dia 1º de abril, o Itamaraty emitiu uma nota à imprensa apresentando essa decisão de forma mais explicativa.

Para que possamos compreender melhor os desdobramentos desta importante ocasião, o mestre de Política Internacional Paulo Velasco explica os principais pontos resultantes da reunião neste novo episódio de O Mundo em 3 Minutos. Assistam abaixo e fiquem por dentro!

 

Participação especial neste post:

O Mundo em 3 Minutos #17: A reaproximação das Coreias

Caros pupilos e pupilas,

Na última semana, Coreia do Norte e Coreia do Sul realizaram a primeira reunião formal entre representantes dos governos, após mais de dois anos de ausência total de comunicação entre as duas nações. O encontro foi fruto da uma série de iniciativas de aproximação de ambos os países, ocorridas a partir do surpreendente discurso de Ano Novo do presidente norte-coreano, Kim Jong-un. Na ocasião, o líder apoiou a melhoria das relações com o Estado vizinho e demonstrou grande interesse na participação da Coreia do Norte nos Jogos Olímpicos de Inverno, que ocorrerá em Seul em fevereiro deste ano.

Tal acontecimento foi recebido com grande surpresa no restante do mundo, haja vista que as relações entre os dois países estavam suspensas desde o início de 2016, quando a Coreia do Norte rompeu todos os canais de contato com o Sul.  A atitude foi uma retaliação à decisão do então Executivo sul-coreano de fechar a zona industrial intercoreana de Kaesong – o maior projeto de cooperação econômica entre as regiões, e significativa fonte de recursos para o regime norte-coreano – em protesto contra o quarto teste nuclear do Norte.

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Cumprimento entre representantes da Coreia do Sul e do Norte na reunião de alto nível em 09/01/18

No último dia 3, contudo, o presidente Kim Jong-un decidiu reativar o chamado “telefone vermelho” – linha telefônica militar intercoreana – para iniciar as negociações sobre o envio de uma delegação por Pyongyang às Olimpíadas de Inverno. O Ministério da Unificação sul-coreano informou que o primeiro contato foi realizado para a verificação de diversos aspectos técnicos, e que o canal passará a ser utilizado para negociar com o país vizinho os detalhes de sua proposta de diálogo bilateral.

A reunião de alto nível realizada na cidade de Panmunjom, região fronteiriça da Zona Desmilitarizada (DMZ), em 9 de janeiro, foi o segundo grande passo de reaproximação entre as nações coreanas. Como resultado deste encontro, os países emitiram um comunicado conjunto, no qual mostraram-se dispostos a colaborar para reduzir a tensão militar na península e buscar a reconciliação, bem como liderar as negociações para resolver todos os assuntos relativos às relações entre as Coreias. Por outro lado, os representantes discordaram em questões relacionadas a atividades nucleares na região: enquanto a Sul ressaltou a necessidade de redução de ações dessa natureza, o Norte se manteve firme na defesa de seu programa nuclear.

Muitas questões complexas estão por trás desta aparente simples aproximação diplomática entre as Coreias do Norte e do Sul. O que teria motivado o repentino tom apaziguador do discurso de Kim Jong-un? Quais os possíveis desdobramentos deste acontecimento para o mundo? E como fica a constante tensão entre Coreia do Norte e Estados Unidos nessa circunstância? Para esclarecer esses pontos, o estimado mestre de Política Internacional Tanguy Baghdadi faz uma análise supimpa da atual relação entre as Coreias e as principais implicações dessa conjuntura no cenário internacional!

Assistam a seguir, meus caros:

 

Participação especial neste post:

O Mundo em 3 Minutos #16: A polêmica decisão dos EUA sobre Jerusalém

Digníssimos e Digníssimas,

Nesta semana, uma notícia ganhou destaque em todos os veículos de comunicação do mundo: o presidente estadunidense, Donald J. Trump, anunciou que seu país reconhece Jerusalém como a capital de Israel, e também informou que pretende transferir para lá a embaixada norte-americana, que se encontra em Tel-Aviv atualmente. Apesar de gerar significativas consequências para a política externa dos Estados Unidos, analistas acreditam que tal decisão se baseia em assuntos políticos internos, uma vez que uma das propostas de campanha de Trump foi justamente a mudança da localização da representação norte-americana no Estado israelense.

Essa posição, todavia, pode agravar ainda mais o histórico conflito entre israelenses e palestinos, que se estende há setenta anos. Com a aprovação da Resolução 181, recomendando a Partilha da Palestina, pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1947, determinou-se, além da criação de um Estado judeu e outro árabe, que Jerusalém ficasse sob um regime especial internacional. Entretanto, os árabes não aceitaram essa definição e, quando Israel declarou sua independência em 1948, foi iniciada a Guerra Árabe-Israelense. Ao término do confronto, Israel passou a controlar o território que lhe fora atribuído pela partilha, uma grande parte da área designada aos árabes, além da metade ocidental de Jerusalém.

Jerusalem Through Razor Wire

A Cidade Velha de Jerusalém, incluindo a Cúpula da Rocha e vários campanários da igreja, vistos através de bobinas de arame farpado, ilustrando a história da divisão e conflito da Terra Santa. (Foto: Agência EFE)

Duas décadas depois, com a eclosão da Guerra dos Seis Dias em 1967, Israel ocupou a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, territórios nos quais mais de um milhão de palestinos passaram a ser controlados por uma administração militar. Ainda nesse ano, as forças israelenses também ocuparam a porção oriental de Jerusalém (considerada pelos palestinos a capital de seu futuro Estado), que estava sob domínio da Jordânia até então, e a cidade passou a ser integralmente reivindicada por Israel como sua capital. A área chamada de “Grande Jerusalém” pelos judeus, onde moram cerca de 150 mil israelenses, consiste numa série de assentamentos erguidos em território palestino ocupado. Dessa forma, a política de ocupação da Cisjordânia tornou inviável a fundação de um Estado palestino.

Nos inúmeros esforços de negociação de paz entre árabes e israelenses, a situação de Jerusalém sempre apareceu como um dos assuntos mais delicados. Por esse motivo, diversos países e organizações internacionais, incluindo os que reconhecem a existência do Estado israelense, reprovaram a decisão de Trump. Após a ocorrência de inflamados protestos na região, com um deles resultando na morte de uma pessoa, os membros do Conselho de Segurança da ONU se reuniram para uma reunião de emergência hoje (08/12). Na ocasião, todos os demais integrantes do órgão condenaram a postura dos EUA, sinalizando que o país violou três resoluções do Conselho sobre o status de Jerusalém.

Diante de toda a complexidade de uma decisão extremamente polêmica em nível mundial, convocamos o mestre de Política Internacional Tanguy Baghdadi para fazer um breve panorama da situação e explicar os desdobramentos da postura controversa dos Estados Unidos para a região e toda a comunidade internacional. Assistam e fiquem por dentro!

Participação especial neste post:

O Internacional em Debate #6: EUA x Coreia do Norte: uma guerra nuclear é possível?

Minhas caras e meus caros,

A tensão diplomática e militar entre os Estados Unidos da América (EUA) e a Coreia do Norte teve início na década de 1950 e foi motivada, sobretudo, pela intervenção militar estadunidense no confronto entre as regiões norte e sul da península coreana, que ficou conhecido como Guerra da Coreia (1950-1953). Como sabemos, esse conflito resultou na divisão do país em dois – Coreia do Norte e Coreia do Sul – e, desde então, as relações entre os EUA e o Estado norte-coreano se tornaram cada vez mais delicadas.

Para agravar a situação, nos anos 1960, a Coreia do Norte começou a desenvolver seu programa nuclear, contando com o auxílio da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), e construiu o primeiro reator nuclear nacional. A finalidade dessa atividade, em princípio, era gerar energia para o país, que possui importantes reservas de urânio. Entretanto, com a intensificação das tensões da Guerra Fria, que levaram os Estados Unidos a instalarem ogivas nucleares na Coreia do Sul, Pyongyang iniciou pesquisas para a construção de armas nucleares a partir da década de 1980.

Após o término da Guerra Fria, as pressões por fiscalização internacional sobre armas nucleares aumentaram, e pode-se dizer que essa foi uma das principais motivações para a Coreia do Norte decidir abandonar o Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) em 2003. Temendo uma intervenção externa – já que o país havia sido classificado como um dos integrantes do “Eixo do Mal”, junto ao Irã e ao Iraque, pelo então presidente dos EUA, George W. Bush –, o governo norte-coreano realizou seu primeiro teste com ogivas nucleares em 2006.

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Desde esse experimento inicial, a Coreia do Norte informa ter realizado um total de seis testes nucleares. O último deles foi feito com uma bomba atômica de hidrogênio no início deste mês. As suposições sobre esse artefato ser o mais potente já produzido pelo país, com possibilidade de ser instalado em um míssil intercontinental, causou uma grande agitação no cenário mundial. Dias antes, o governo norte-coreano havia realizado diversos testes com mísseis, com alguns deles sobrevoando o território do Japão. O líder Kim Jong-un informou que essas atividades foram uma resposta aos exercícios militares conjuntos da Coreia do Sul e Estados Unidos na península coreana, e também uma oportunidade de testar a capacidade operacional de guerra do Exército norte-coreano.

Após esses eventos, a disputa entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte vem ganhando novos contornos, com reações e respostas cada vez mais duras de ambos os lados. A retórica agressiva de Kim Jong-un tem sido constantemente rebatida pelo discurso enérgico de Donald Trump, o que tem contribuído, cada vez mais, para a elevação das tensões na península coreana. Nesta sexta edição de O Internacional em Debate, convidamos dois renomados professores e especialistas em Relações Internacionais, Marcelo Valença e Sabrina Medeiros, para discutir essa atmosfera de hostilidades entre os dois países e os riscos de uma possível guerra nuclear nesse contexto.

Assistam à riquíssima discussão dos mestres a seguir! 🙂

 

Conheçam os debatedores:

Marcelo Valença – Professor Adjunto do Departamento de Relações Internacionais, UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Linhas de pesquisa: Estudos Críticos de Segurança, Direito Internacional, Humanitarismo e Prevenção de Conflitos, Teorias normativas, Aprendizado ativo em Relações Internacionais.

Sabrina Medeiros – Professora Adjunta da Escola de Guerra Naval (EGN/MB) e Professora-Colaboradora do PPGHC/UFRJ. Tem experiência na área de Ciência Política com ênfase em Relações Internacionais, atuando principalmente nos seguintes temas: cooperação internacional, políticas imigratórias, cooperação para segurança, mecanismos de internacionalização e reputação, simulações e cenários.

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O Mundo em 3 Minutos #12: Coreia do Norte vs. EUA: até onde vai a tensão?

Caríssimas e caríssimos,

Duas ações recentes realizadas pela Coreia do Norte têm causado grande agitação no cenário internacional nos últimos dias. A primeira foi o lançamento do míssil balístico, no dia 29 de agosto, que teria sobrevoado parte do território japonês até atingir o mar, a cerca de 1180 quilômetros da ilha de Hokkaido. Segundo a Agência de Notícias Central Norte-coreana (KCNA, na sigla em inglês) o líder do país, Kim Jong-un, informou que a atividade foi uma maneira de rechaçar os exercícios militares conjuntos da Coreia do Sul e Estados Unidos na península coreana, e também uma oportunidade de testar a capacidade operacional de guerra do Exército norte-coreano.

A Coreia do Norte comunicou ainda que o inédito lançamento do projétil será o primeiro de muitos e que o Pacífico continuará sendo o alvo dos testes de seu programa armamentista, reiterando os planos de disparar mísseis que caiam em águas próximas à ilha de Guam, onde há duas bases militares dos Estados Unidos. Tal postura, com efeito, gerou reações desse país e da comunidade internacional como um todo. O presidente estadunidense, Donald Trump, sugeriu que a possibilidade de uma resposta militar não está descartada ao declarar que “todas as opções estão sobre a mesa”. Ademais, o Conselho de Segurança das Nações Unidas convocou uma reunião de emergência para tratar do caso, e o secretário-geral da organização, António Guterres, emitiu um comunicado condenando o acontecimento.

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Sessão do Conselho de Segurança dedicada à Coreia do Norte

A segunda ação da nação asiática que causou polêmica em âmbito mundial foi o teste de uma bomba atômica de hidrogênio realizado no último domingo. Estima-se que esse artefato seja o mais potente já produzido pela Coreia do Norte e que pode ser instalado em um míssil intercontinental. A partir desse evento, os Estados Unidos, o Japão e a Coreia do Sul, recrudesceram suas declarações em relação a Pyongyang e propuseram sanções mais severas a fim de isolar completamente o país de Kim Jong-un. Uma segunda reunião do Conselho de Segurança da ONU foi convocada em regime de urgência, porém seus membros adotaram posturas diferentes: enquanto os EUA, a França e o Reino Unido concordaram em apresentar uma nova resolução com penalidades para ser submetida à votação, a China e a Rússia se mostraram mais inclinadas a uma saída diplomática, por meio de diálogo conjunto, para evitar o aumento da tensão bélica.

Novamente, o secretário-geral da ONU condenou a postura norte-coreana, afirmando que o teste nuclear foi mais uma violação grave das obrigações internacionais do país. António Guterres declarou que a ação da Coreia do Norte prejudicou os esforços internacionais de não proliferação e desarmamento e também é “profundamente desestabilizadora para a segurança regional”. Além disso, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, classificou a atividade como uma ação extremamente deplorável e uma negligência completa das repetidas exigências da comunidade internacional.

No vídeo a seguir, o caríssimo mestre de Política Internacional Tanguy Baghdadi aborda mais detalhes sobre a sucessão de acontecimentos que levaram à escalada da tensão entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos. Vejam as explicações do professor e entendam melhor esse contexto, que tem gerado grandes preocupações de segurança internacional, não só no âmbito do continente asiático como também em todo o globo!

 

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O Mundo em 3 Minutos #8: Os EUA frente ao Acordo de Paris

Estimados pupilos e pupilas,

Comemoramos na data de ontem, 05 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente. Essa data foi estabelecida durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, que ocorreu em Estocolmo, Suécia, em 1972, com o intuito de chamar a atenção de todos os povos e países para a importância da conscientização e a preservação ambiental. Desde então, anualmente, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e grupos da sociedade civil organizam diversos eventos nesse sentido em todas as partes do mundo. As ações realizadas incluem atividades que vão desde limpezas de bairros e iniciativas de reflorestamento até campanhas mais amplas, como as de combate aos crimes ambientais.

Neste ano, em particular, as celebrações mundiais para o meio ambiente estão ocorrendo em paralelo a uma preocupação acerca da cooperação internacional nesta esfera. Como pudemos acompanhar na semana passada, o presidente dos Estados Unidos anunciou a saída de seu país do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, firmado por 195 países na 21ª Conferência das Partes (COP21) da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Clima (UNFCCC – sigla em inglês) em 2015. Donald Trump justificou sua decisão como uma forma de priorizar os interesses nacionais dos EUA, classificando o acordo como injusto, uma barreira burocrática que impede a livre expansão industrial do país e só oferece vantagens competitivas para a China e a Índia. A atitude do chefe de Estado também foi baseada em sua crença de que o aumento das temperaturas não se deve à ação do homem – para ele, os argumentos científicos que dizem o contrário e são falsos e difundidos em larga escala indevidamente.

O Acordo de Paris é o primeiro pacto internacional para reduzir a emissão de gases poluentes de efeito estufa no contexto do desenvolvimento sustentável, e tem o objetivo central de fortalecer a resposta global à ameaça da mudança do clima e de reforçar a capacidade dos países para lidar com os impactos decorrentes dessas mudanças. O compromisso foi aprovado pelos países-parte da UNFCCC, entre os quais os Estados Unidos e a China, os dois maiores poluidores do mundo. Somente a Síria e a Nicarágua ficaram de fora do acordo, aos quais agora se junta os EUA.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que a decisão dos Estados Unidos de se retirar do acordo é uma “grande decepção para os esforços globais para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e promover a segurança global”. O diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim, também emitiu um comunicado, declarando que a posição estadunidense não interromperá os esforços de combate às mudanças climáticas feitos pelos demais países. “A decisão dos EUA de deixar o Acordo de Paris de forma alguma coloca um fim a esses esforços. China, Índia, União Europeia e outros já estão demonstrando forte liderança. Cento e noventa países estão mostrando forte determinação de trabalhar com eles para proteger esta e as futuras gerações”, disse Solheim.

Uma postura tão incisiva por parte de uma potência mundial sempre deixa muitas dúvidas sobre determinados aspectos da política internacional. E com a posição recente dos Estados Unidos frente ao Acordo de Paris não foi diferente, meu caros! Para auxiliar na análise desse panorama, nosso querido mestre Tanguy Baghdadi apresenta os desdobramentos da decisão de Trump para o mundo e o futuro de um dos tratados internacionais sobre o meio ambiente mais importantes já firmados. Assistam no vídeo a seguir!

 

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