CACD 2020 – Panorama completo do concurso e dicas de estudos

Futuras e futuros diplomatas,

Tivemos, hoje, a notícia que aguardávamos com grande expectativa: foi publicado o Edital do CACD 2020 – o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata deste ano!

Na Portaria divulgada no dia 14 de maio, já pudemos observar orientações importantes sobre a estrutura e o funcionamento da seleção. O edital recém-publicado, por sua vez, traz informações detalhadas do certame, que merecem bastante atenção dos candidatos e candidatas. Assim sendo, neste post, vocês podem obter um panorama especial das informações do concurso, com uma explicação detalhada sobre as características das provas deste ano.

Leiam atentamente e aproveitem o conteúdo para organizar seus planos de estudos nesta reta final!

 

 

* Importante:

O candidato que optar por concorrer às vagas reservadas às pessoas negras poderá optar, também, no período de inscrição, por meio de link específico disponível no endereço eletrônico www.iades.com.br, por concorrer à bolsa-prêmio da edição subsequente do Programa de Ação Armativa do Instituto Rio Branco (PAA/IRBr).

 

 

Tempo para realização das provas:

– Primeira Fase: dois períodos: o primeiro, iniciando-se às 9 horas e 30 minutos, com duração de 3 horas; e o segundo, iniciando-se às 15 horas, com duração de 3 horas.

– Segunda Fase: início às 14 horas, com duração de 5 horas, nos dois dias.

– Terceira Fase: dois períodos em cada dia: o primeiro, iniciando-se às 9 horas, com duração de 4 horas; e o segundo, iniciando-se às 15 horas, com duração de 4 horas.

 

 

 

 

 

Primeira Fase: prova objetiva, constituída de questões do tipo “C ou E” (certo ou errado).

 

Segunda Fase: provas compostas por questões discursivas.

 

Terceira Fase: provas compostas por questões discursivas.

 

Todas as informações e atualizações sobre o CACD 2020 estão disponíveis no site do IADES – instituição organizadora do concurso.

 

Para auxiliá-los no entendimento de todos os detalhes do certame, nosso time de professores especializados realizou uma live especial de análise do edital por disciplina, para dar orientações sobre o conteúdo programático e dicas especiais para os estudos nesta reta final da preparação. Assistam e aproveitem! 👇

 

Agora, é sebo nas canelas e força total na preparação, minhas queridas e meus queridos! Ótimos estudos! 💚

 

DICAS EXTRAS DO BARÃO

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Edital CACD 2020 à vista: saiu a Portaria!

Alvíssaras, caríssimos e caríssimas CACDistas!

Começamos o dia de hoje com uma notícia fantástica: a realização do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) deste ano foi confirmada, por meio da publicação da Portaria nº 178, de 13 de maio de 2020! O informativo consta no Diário Oficial da União (DOU) e dá alguns detalhes sobre as provas de cada etapa do certame e o número de vagas para o cargo de Terceiro-Secretário – a classe inicial da carreira.

Vejam o documento na íntegra:

 

 

Com base nessas orientações iniciais, já podemos destacar alguns pontos importantes do processo seletivo:

  • No CACD 2020, serão oferecidas 25 vagas para a classe inicial da Carreira de Diplomata – ou seja, tivemos um aumento neste número, já que o último concurso ofereceu um total de 20 vagas;
  • O período entre a publicação do Edital do Concurso e a realização da prova de Primeira Fase não sofreu alteração, e continuará sendo de dois meses – a Portaria traz essa informação expressa, nos termos do artigo 41, § 2º, do decreto nº 9.739/2019;
  • A Primeira Fase consistirá de prova objetiva, de caráter eliminatório, constituída de questões de: Língua Portuguesa; História do Brasil; História Mundial; Geografia; Língua Inglesa; Política Internacional; Economia; e Direito (possivelmente Direito e Direito Internacional Público).
  • A Segunda Fase sofreu mudanças e voltará a ser composta apenas pelas provas discursivas de Língua Portuguesa e de Língua Inglesa, sendo de caráter eliminatório e classificatório;
  • A Terceira Fase volta a existir no concurso, sendo de caráter eliminatório e classificatório e composta pelas provas escritas de: História do Brasil; Política Internacional; Geografia; Economia; Direito (possivelmente Direito e Direito Internacional Público); Língua Espanhola e Língua Francesa;
  • Ao que tudo indica, a prova de Língua Espanhola e Língua Francesa permanecerá com o modelo de questões discursivas dos últimos concursos;

 

De modo geral, a Portaria nos permite concluir que o CACD 2020 ocorrerá nos mesmos moldes do último concurso, com poucas mudanças em sua estrutura e funcionamento.

Agora, é aguardar pela publicação do nosso tão esperado edital e colocar força total nos estudos, meus caros! No ano passado, o documento foi publicado 19 dias após a emissão da portaria. Então, é possível que esse período seja mantido neste ano. Fiquemos de olho nas notícias dos próximos dias!

 

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Plantão do Barão: As bancas da 1ª Fase do CACD 2019 | Comentários dos professores

[Atualizado em 25/09/19]

 

Futuras e futuros diplomatas,

Foi divulgada a relação dos integrantes da Banca Examinadora das provas da Primeira Fase do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) de 2019! A informação consta na Portaria de 26 de agosto de 2019, publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A relação de nomes dos componentes da banca examinadora das provas é uma das informações mais desejadas pelos candidatos. Isso porque, ao saber quem são os integrantes desse grupo, os “ceacedistas” podem ter uma melhor noção do que pode vir a ser cobrado nos exames, com base nas áreas de interesse e linhas de trabalho ou pesquisa de cada examinador. Esse conhecimento, portanto, pode ser um bom trunfo para o incremento das leituras e dos exercícios, sobretudo nesta reta final dos estudos. Assim sendo, nossos professores haviam preparado comentários sobre a composição da banca de cada disciplina para dar-lhes uma forcinha nisso.

Contudo, no dia 3 de setembro, o Instituto Rio Branco (IRBr) divulgou uma nova Portaria sobre a banca da Primeira Fase, com mudanças em todas as disciplinas. Dentre os nomes divulgados anteriormente, foi mantido apenas um examinador em cada matéria. 

Vejam, a seguir, a listagem completa dos responsáveis pela elaboração (em destaque) e correção dos exames neste ano, e os comentários dos mestres sobre suas áreas de atuação e seus temas de interesse – considerando a primeira Portaria sobre a banca (26 de agosto).

 

Língua Portuguesa
  • Alessandro Warley Candeas
  • Simone Silveira de Alcantara – nome retirado
  • Stefania Caetano Martins de Rezende Zandomênico – nome retirado

Comentários da professora Isabel Vega:

Como já esperávamos, em Português, nada de novo no CACD 2019. Assim como, no edital, todos os conteúdos programáticos foram mantidos, apenas houve, na banca deste ano, troca entre nomes da 1ª e da 2ª fase do concurso de 2018. Podemos, então, inferir que o IADES vai cuidar apenas da logística (impressão, aplicação e fiscalização das provas), enquanto o Embaixador Alessandro Warley Candeas representará o Itamaraty, garantindo a lisura e a tradição do certame e das ideias, e as professoras Simone Silveira de Alcantara e Stefania Caetano Martins de Rezende Zandomênico (ambas saídas da banca da 2ª fase de 2018, ambas com graduação na UnB, onde também foram professoras substitutas) avaliarão os conceitos linguísticos e gramaticais, com uma “pegada” mais moderna, propondo certo equilíbrio. Vale ressaltar que a área de pesquisa da primeira professora é Literatura, com autores e temas atuais, como Arnaldo Antunes, cinema e MPB. A área da segunda é Linguística, com foco no estudo do Português Brasileiro, principalmente, da concordância verbal. Acredito, entretanto, que, na disputa entre tradição e modernidade das regras gramaticais, vencerá aquela, como em 2018, já que o contratante do concurso é o Instituto Rio Branco.

 

História do Brasil
  • Antonio José Barbosa de Oliveira – nome retirado
  • Bruno Miranda Zétola
  • Luiz César de Sá Júnior – nome retirado

Comentários do professor Marcus Dezemone:

Em 2019, a banca examinadora de História do Brasil para a prova objetiva do CACD foi completamente alterada em relação à edição de 2018. Ano passado, a banca foi composta por dois professores dos quadros da UNB – Marco Aurélio de Paula Pereira e Neuma Brilhante Rodrigues -, ambos com formação e atuação em História, respectivamente, História Moderna e História do Brasil Monárquico. Eles cedem seus lugares a três novos integrantes: Antonio José Barbosa de Oliveira (UFRJ – Biblioteconomia), Bruno Miranda Zétola (MRE) e Luiz César de Sá Júnior (UNB – História). É importante registrar que todos possuem formação superior em História, da graduação ao doutorado. Além disso, tanto Antonio José Barbosa de Oliveira quanto Luiz César de Sá Júnior integram a banca examinadora de História Mundial na prova desse ano.

Antonio José Barbosa de Oliveira, apesar de professor do curso de Biblioteconomia, possui formação em História em diferentes instituições no Rio de Janeiro. Sua trajetória de pesquisa se concentrou em temas como Informação, Memória, História e Formação no Ensino Superior, orientando ainda diversos trabalhos em nível de graduação, mestrado e doutorado nessas linhas. Tudo isso sugere a possibilidade de exploração do ponto 11, inserido no edital de 2019, a saber, “Os impactos tecnológicos e digitais nas transformações políticas e sociais do Brasil no século XXI”, que exigirá cautela e cuidado da banca com a abordagem escolhida devido à sensibilidade política associada ao item.

A novidade em relação a 2018 é a presença de um diplomata de carreira na elaboração das questões objetivas. Tendo ingressado no Instituto Rio Branco em 2006, Bruno Miranda Zétola passou por um processo seletivo num modelo muito próximo ao da prova atual. Ele certamente é o membro da banca que mais familiaridade possuí com as especificidades do CACD, além do conhecimento do debate sobre política externa brasileira em razão da preparação para o concurso, do curso de formação no IRBr e de sua trajetória no Ministério. Sua formação acadêmica em História pela UFPR, da graduação ao doutorado, se concentrou no estudo das relações diplomáticas na Idade Média – temática ausente do edital -, perpassando aspectos da hierarquia eclesiástica e da Igreja. Chamou atenção um trabalho de sua autoria sobre o Padre Antonio Vieira. O autor de “Os sermões”, que viveu durante a União Ibérica e assistiu a ocupação holandesa do Nordeste no século XVII, poderia inspirar questões muito interessantes.

Por fim, Luiz César de Sá Júnior é professor da UNB, na área de Teoria e Metodologia da História, possuindo sólida trajetória de pesquisa que sugere maior engajamento com a Época Moderna e a América Portuguesa em temáticas como a atuação de elites letradas. Sua formação e interesses profissionais reforçam as possibilidades de exploração do item 1.2 no edital, sobre As dimensões econômicas e sociais da América Portuguesa, introduzido em 2019.

As novidades pontuais e as permanências majoritárias nos conteúdos do edital, a alteração na composição da banca examinadora, sua ampliação de dois para três membros, e o perfil dos novos integrantes corroboram as indicações que forneci ao longo dos cursos ministrados em 2019, atentas às mudanças ocorridas no MRE e seus eventuais impactos na prova objetiva de História do Brasil.

 

História Mundial
  • Antonio José Barbosa de Oliveira – nome retirado
  • Fábio Moreira Farias
  • Luiz César de Sá Júnior – nome retirado

Comentários do professor Daniel Araújo:

Camaradas, futuros diplomatas, qualquer análise sobre a banca sem estar presente na elaboração da prova é muito subjetiva. Por exemplo, eu tenho um livro sobre a Ditadura Civil-Militar brasileira mas li um livro ótimo que fala da Guerra da Crimeia, ressaltando os fatores religiosos em detrimento daqueles geopolíticos para a sua eclosão. Ou seja, se eu estivesse na banca iria sugerir uma questão sobre um assunto (Guerra da Crimeia) totalmente fora da minha área de pesquisa. Dessa forma, não se “prendam” aos assuntos estudados pelos membros da banca pois estes são apenas uma “pista” sobre o que os mesmos podem abordar na prova de domingo.

Antonio José Barbosa de Oliveira:

* Historiador formado pela UFRJ, passou pela UERJ e UNIRIO para fazer especializações, atuando em cargos diretivos na federal do Rio de Janeiro.

* Sua produção acadêmica está muito ligada a História e Memória de Instituições sendo a sua tese de doutorado sobre Identidade Institucional, enquanto a dissertação de mestrado sobre a construção da cidade universitária do Rio de Janeiro

* Acredito que será o responsável pelas questões sobre a República no Brasil e também sobre o Brasil Pombalino, período por ele estudado em sua graduação

Fábio Moreira Farias:

* Fábio é um administrador de empresas formado pela FGV em São Paulo e aluno da faculdade de História da Universidade de Brasília. É diplomata, concluindo o mestrado no IRBR em 2005. Desde então atua na área de economia, relações internacionais e relações públicas.

* Como está em contato com a a academia, Fabio Moreira tem o potencial de trazer uma nova e diversa historiografia para o concurso. As questões mais relacionadas a História da Diplomacia Brasileira e História Mundial provavelmente possuirão da sua visão de mundo. Acredito que, devido às suas credenciais, Fábio Moreira atuará na interface entre a prova do concurso e as novas diretrizes do IRBR

Luiz César de Sá Júnior:

* Luiz César de Sa Júnior é historiador formado pela Universidade de Juiz de Fora, realizando seu mestrado na mesma instituição de ensino. Na UFRJ fez seu doutorado em História Social, passando um período na  École des hautes études en sciences sociales.

* Hoje professor da UNB, Luiz César tem uma vasta produção acadêmica voltada para a prática letrada durante a idade moderna, mais especificamente nos primórdios do período colonial brasileiro.

* Certamente as questões de Brasil Colonial, que sempre tiveram destaque no concurso, deverão ganhar peso com a presença de Luiz César na banca. Seu último artigo pública foi “A autoridade entre os antigos” na Revista de História da Unisinos, volume 23.

 

Geografia
  • Adriano Botelho 
  • Fernando Luiz Araújo Sobrinho – nome retirado
  • Juscelino Eudâmidas Bezerra – nome retirado

Comentários do professor João Felipe Ribeiro:

A banca de geografia teve a manutenção de professor da UNB Fernando Luiz Sobrinho. Além de estudos de urbanização, ele tem o turismo como importante área de estudo.

Um dos 2 novos membros da banca é o também professor da UNB, Juscelino Eudâmidas Bezerra.

Em teoria, sua presença aumenta a probabilidade de questões sobre a produção agropecuária brasileira, sua área de estudo. Imaginamos que essa ou essas questões terão menos ênfase nos impactos socioambientais do agronegócio, como ocorreu em 2017 e 2018.

O outro membro novo da banca é Adriano Botelho, diplomata, mestre e doutor em geografia. Seu mestrado e doutorado foram em temas que se tornaram tradicionais na geografia nas últimas décadas: impactos espaciais do pós-fordismo e segregação espacial.

Na nossa análise, essa banca não indica uma mudança radical na geografia do CACD, apesar de imaginarmos que esse ano teremos provas com abordagens distintas das de 2017 e 2018, notadamente quanto à valorização de conflitos sociais no território brasileiro e impactos ambientais.

 

Língua Inglesa
  • João Augusto Costa Vargas
  • Ofal Ribeiro Fialho – nome retirado
  • Raquel Lourenço Corrêa – nome retirado
  • Thiago Blanch Pires – nome retirado

Comentários da professora Manoela Assayag:

A banca de 2019 é, em certa medida, uma velha conhecida: três de seus membros, todos acadêmicos, foram parte da banca de segunda fase em anos anteriores (2016-2018), com a bem-vinda inclusão do diplomata e mestre em História das Relações Internacionais João Augusto Costa Vargas. O que posso prever é uma banca rigorosa, no esquema habitual da 1a fase deste concurso: vocabulário criterioso, interpretações em temáticas variadas e textos de fontes respeitadas. Minha aposta aponta para artigos e trechos de obras sobre carreira e história diplomática, política internacional (olho em vocabulário de Guerra Fria e de redistribuição do poder) e história mundial (o 75o aniversário do Dia D e os 100 anos do Tratado de Versalhes podem não passar em branco). Também não me parece absurdo imaginar um ou mais textos de ficção ou falando sobre produção de ficção — cabendo aos candidatos recordar que celebramos em 2019 os bicentenários de Herman Melville (lembrado na segunda fase de 2018) e do poeta Walt Whitman. Em suma, não acho que haja motivo para se assustar.

 

Política Internacional
  • Alcides Costa Vaz – nome retirado
  • Antonio Jorge Ramalho da Rocha – nome retirado
  • Christian Philip Klein – nome retirado
  • Luiz Eduardo Fonseca de Carvalho Gonçalves

Comentários do professor Paulo Velasco:

A Banca de Política Internacional de 1a fase do CACD 2019 traz dois nomes muito conhecidos e tradicionalmente presentes no concurso, que são os professores Alcides Costa Vaz e o professor Antonio Jorge Ramalho da Rocha, ambos da Universidade de Brasília, e outro nome bem menos conhecido que é o professor Christian Philip Klein, da Universidade Católica de Brasília.

O professor Alcides Costa Vaz, que também esteve na banca de 1a fase em 2018, concentra suas pesquisas em temas ligados ao regionalismo, especialmente sul-americano, com trabalhos muito conhecidos sobre Mercosul, como o clássico Cooperação, Integração e Processo Negociador: a Construção do Mercosul, publicado em 2002. Nos últimos tempos, o professor tem privilegiado questões relacionadas a segurança e defesa no entorno estratégico regional do Brasil, com destaque para a cooperação em defesa no seio da Unasul.

O professor Antonio Jorge Ramalho da Rocha é um dos principais nomes da academia de Relações Internacionais brasileira nos estudos sobre segurança internacional e defesa, tendo analisado recentemente desafios sul-americanos como o processo de paz na Colômbia e a crise na Venezuela. Vale lembrar que o professor foi escolhido como diretor da Escola de Defesa Sul-americana da Unasul.

O professor Christian Philip Klein fez tese de doutorado em Relações Internacionais sobre empresas de cosméticos amazônicos, mobilizando questões como sustentabilidade e mercado verde. O restante de sua produção acadêmica gira mais em outras áreas como linguística e educação, por vezes adentrando em questões ligadas à cultura nas Relações Internacionais.

Luiz Eduardo Fonseca de Carvalho Gonçalves é diplomata de carreira, e tem dois trabalhos publicados pela Funag que dão um pouco a dimensão do que ele pesquisou ao longo da carreira. Ele tem um livro sobre a Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL), “As Relações Brasil-CEPAL”, e um livro mais recente sobre o Egito da Primavera Árabe, de 2011 a 2015, “Egito – Revolução e Contrarrevolução (2011-2015)”. Vale lembrar que ele serviu como diplomata na embaixada do Brasil no Cairo, o que o levou a ter dados e informações que alimentaram esse livro. Por não ser acadêmico, ele não tem pesquisas de maior fôlego ou alcance, mas isso já dá uma dimensão do que ele pode gostar, eventualmente, para incluir na prova.

 

Economia
  • Andrea Felippe Cabello – nome retirado
  • Daniel Klug Nogueira – nome retirado
  • Fabiano Burkhardt

Informações sobre o examinador:

Fabiano Burkhardt é Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo (2000), mestre (2006) e doutor em Sociologia (2012) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Diplomata de carreira desde 2008, serviu nas embaixadas do Brasil em Jacarta (2010-2012), Buenos Aires (2012-2016) e Nova Delhi (2016-2018). No Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, na condição de funcionário da Divisão de Negociações de Serviços, participou, em 2018, das negociações dos capítulos de serviços e investimentos dos acordos de livre comércio entre Brasil e Chile; Mercosul e União Europeia; Mercosul e Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA); e Mercosul e Canadá. Desde janeiro de 2019, é assessor do ministro de estado das Relações Exteriores e professor assistente do Instituto Rio Branco (IRBr). Tem experiência nas áreas de Sociologia do Trabalho, Sociologia das Desigualdades, Comércio Internacional, Economia do Desenvolvimento, Jornalismo e Relações Internacionais.

Informações coletadas do Lattes em 25/09/2019.

 

Direito Interno e Direito Internacional Público
  • Leonardo de Camargo Subtil – nome retirado
  • Gustavo Oliveira de Lima Pereira – nome retirado
  • Mamede Said Maia Filho – nome retirado
  • Valéria Mendes Costa Paranhos

Comentários do professor Guilherme Bystronski (Direito Internacional):

Dentre os quatro integrantes da banca de Direito, três são da área de Direito Internacional: Leonardo de Camargo Subtil, Gustavo Oliveira de Lima Pereira e Valéria Mendes Costa Paranhos.

O primeiro, Leonardo de Camargo Subtil, tem formação em Direito do Mar fundamentalmente e trabalhou no Tribunal Internacional de Direito do Mar, na solução de controvérsias. No Lattes dele, há informações relativas a formação em matéria de Meio Ambiente. Então, em relação a esse examinador, acredito que ele tenha como preferências pessoais (e pode cobrar na prova) temas relacionados a Direito do Mar e Direito Internacional do Meio Ambiente.

O Gustavo Oliveira de Lima Pereira possui formação no contexto de Direitos Humanos. Então, pode cair alguma coisa sobre Direito Internacional de Direitos Humanos, Direito Internacional Humanitário, refúgio e asilo. Essa é a formação acadêmica dele.

A última examinadora, Valéria Mendes Costa Paranhos, é diplomata (primeira-secretária) e o último posto que ela desempenhou foi em matéria de Comércio Internacional. Então, há uma boa chance de cair na prova desse ano alguma coisa sobre Direito Internacional do Comércio.

Comentários do professor Ricardo Macau (Direito Interno):

A partir da análise da produção acadêmica dos membros da banca de Direito do CACD 2019, é possível deduzir que um dos quatro examinadores deverá atuar na elaboração das questões de Direito Interno:

Mamede Said Maia Filho – já integrava a banca em 2018, o que indica que não devemos ter mudanças significativas no perfil das questões elaboradas por ele – mesmo considerando que o edital de 2019 trouxe novos temas e ampliou o conteúdo de Direito Administrativo. A produção acadêmica deste examinador concentra-se em temas de Direito Constitucional. Logo, acredito que devemos esperar, da parte dele, uma prova carregada em temas clássicos de Direito Constitucional, em especial Federação brasileira, Poder Executivo, processo legislativo e controle de constitucionalidade.

É isso! Força aos CACDistas e vamos pra cima!

Beijos e abraços (a quem de direito), Macau.

 

Possivelmente, as bancas examinadoras da Segunda Fase do concurso também serão reveladas pelo Instituto Rio Branco em breve. Mas não se preocupem… caso surjam novidades nesse sentido, o Barão continuará mantendo-lhes informados por aqui! 😉

Abraços e ótimos estudos, meus queridos!

CACD 2019 – Panorama completo do concurso e dicas de estudos

Caríssimos futuros e futuras diplomatas,

Hoje, tivemos a grande notícia que esperávamos: foi publicado o Edital do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) 2019!

Na Portaria divulgada no último dia 19 de junho, já pudemos observar orientações importantes sobre a estrutura e o funcionamento da seleção. O edital recém-publicado, por sua vez, traz informações detalhadas do certame, que merecem bastante atenção dos candidatos e candidatas. Assim sendo, neste post, vocês podem obter um panorama especial das informações do concurso, com uma explicação detalhada sobre as características das provas deste ano.

Leiam atentamente e aproveitem o conteúdo para organizar seus planos de estudos nesta reta final!

 

1. INFORMAÇÕES INICIAIS:

* O candidato que optar por concorrer às vagas reservadas às pessoas negras poderá optar, também, no período de inscrição, por meio de link específico disponível no endereço eletrônico www.iades.com.br, por concorrer à bolsa-prêmio da edição subsequente do Programa de Ação Armativa do Instituto Rio Branco (PAA/IRBr).

 

2. DATAS DAS PROVAS:

 

Tempo para realização das provas:

– Primeira Fase: dois períodos: o primeiro, iniciando-se às 9 horas e 30 minutos, com duração de 3 horas; e o segundo, iniciando-se às 15 horas, com duração de 3 horas.

– Segunda Fase: início às 14 horas, com duração de 5 horas, nos dias 12 e 13; dois períodos nos dias 18, 19 e 20: o primeiro, iniciando-se às 9 horas, com duração de 4 horas; e o segundo, iniciando-se às 15 horas, com duração de 4 horas.

 

3. DATAS DOS GABARITOS, RECURSOS E RESULTADOS:

 

4. COMPOSIÇÃO DAS PROVAS:

Primeira Fase: prova objetiva, constituída de questões do tipo “C ou E” (certo ou errado).

 

Segunda Fase: provas compostas por questões discursivas.

 

5. MUDANÇAS NO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS DISCIPLINAS:

O conteúdo de cada disciplina cobrado nas provas está especificado na última parte do edital (anexo III). Para dar-lhes uma mãozinha neste momento em que cada minuto de estudos é precioso, nosso time de mestres especializados preparou uma compilação das mudanças realizadas no conteúdo programático por disciplina. Vocês podem conferir e baixar o material em PDF no link abaixo:

 

Todas as informações e atualizações sobre o CACD 2019 estão disponíveis no site do IADES – instituição organizadora do concurso.

 

Para auxiliá-los no entendimento de todos os detalhes do certame, os professores Paulo Velasco e Manoela Assayag realizaram o Radar dos Concursos – CACD 2019, para explicar todo o Edital e dar dicas especiais para os estudos nesta reta final da preparação. Assistam e aproveitem! 👇

 

Agora, é sebo nas canelas e força total na preparação, minhas queridas e meus queridos! Ótimos estudos! 💙

 

CACD 2019 | Análise da mudança da banca e seu impacto em Geografia

Pelo professor João Felipe Ribeiro*

 

Ainda não dá para ter a dimensão dos impactos da mudança da banca CESPE para IADES na prova de geografia, mas é possível traçar algumas estratégias de preparação mesmo antes de termos o edital com informações mais detalhadas do que tende a ocorrer.

Para decidir o que fazer nas próximas semanas, é importante avaliar qual é o nível de preparação do candidato nessa estrada complicada que é o CACD e analisar o histórico da prova de geografia no concurso.

Candidatos que estão com pouco tempo de preparação podem continuar utilizando o programa do concurso, até que o edital defina se também vai haver mudança programática. Um ajuste imediato que pode ser feito por quem está nessa situação é privilegiar leituras e questões de abordagem mais técnicas, de cunho mais descritivo e menos social. Esses candidatos podem olhar as questões das provas de 2008, 2009, 2010 e 2011 como referência para o que pode ocorrer esse ano.

programa que vem sendo utilizado nos últimos anos foi lançado em 2008. Ele é bem completo e os seus 7 itens contemplam parte expressiva dos estudos de geografia no campo político, humano, sócio econômico e ambiental.

As provas do Cespe são tradicionalmente difíceis, com um grau de profundidade expressivo. Nos últimos 5 anos, notadamente nos 3 últimos, a  prova passou a privilegiar abordagens sociais, privilegiando conflitos por uso do território e impactos sócio ambientais, o que não ocorria nas provas de 8, 10 anos atrás. É provável que essa abordagem recente deixe de ocorrer, por isso a sugestão para olhar provas mais antigas, que eram menos críticas.

Os candidatos que estão “há mais tempo na estrada” devem esperar uma prova em que parte do conhecimento mais profundo adquirido nesses anos não deve ser tão útil na prova objetiva. Se isso realmente ocorrer eles perdem uma vantagem adquirida, mas devem considerar que eles possuem menos lacunas de conhecimento geográfico, o que não deve ser desconsiderado.

O que fazer então nesse período ainda sem informações mais detalhadas?

Eu apostaria numa “horizontalização” do estudo, notadamente de geografia do Brasil.

Vou pegar como referência candidatos que fizeram o nosso curso Diplomacia 360°. Esse é um curso de 40 aulas de quase 2 horas. Ele é muito completo e abrange o programa vigente que, como disse, é muito amplo. Esses candidatos já estão em nível de preparação alto e com grau de profundidade elevado. Qual o risco? Uma guinada para uma prova muito decoreba valorizando excessivamente detalhes.

Se isso acontecer, eu imagino que seja com ênfase na geografia do Brasil, que nas provas antigas era amplamente dominante no CACD. Uma revisão privilegiando detalhes do quadro natural, humano e econômico das regiões brasileiras é uma boa estratégia de proteção.

Outra aposta que os candidatos podem fazer é sobre geopolítica brasileira buscando alguma leitura de  geopolítica  tradicional. Eu sugiro a obra do Golbery do Couto e Silva denominada Geopolítica do Brasil.

No mais, é tentar não perder tempo abalado com as incertezas e não acreditar em fórmulas mágicas. O fundamental é ter uma autoavaliação e minorar os riscos tapando lacunas de conhecimento, até então não muito relevantes no CACD e que agora podem ser decisivos.

Se precisarem da gente nessa preparação, estamos prontos para tentar ajudar com nossa experiência que pode ser útil em momento de grande instabilidade.

 

* Texto especial do professor:

CACD 2019 | Mudou a banca: E AGORA?

Minhas caras e meus caros,

O universo CACDista está em polvorosa desde a última madrugada, quando o Diário Oficial da União (D.O.U.) publicou o Extrato de Dispensa de Licitação indicando a mudança de banca organizadora e examinadora do tradicional Concurso de Acesso à Carreira Diplomática. Sem ceder ao pânico de primeiro momento, viemos aqui esclarecer o que se pode ou não esperar desta transição de uma prova elaborada pelo (amado e odiado) Cespe/UnB para uma prova do Instituto Americano de Desenvolvimento (IADES).

Reprodução DOU

Para começar, a nuvem de boatos sobre os motivos para essa mudança é volumosa. Alguns argumentam que a atual gestão do Ministério das Relações Exteriores busca uma prova mais alinhada com suas diretrizes; outros sugerem que as críticas constantes ao Cespe há muito justificavam recorrer a uma alternativa. De certo, certo mesmo, temos apenas a informação (disponível no Extrato de Dispensa de Licitação) de que o atual certame custará R$936.000,00 aos bolsos da União – o anterior, para efeito de comparação, custou R$1.830.057,00. Apesar de o concurso deste ano prever menos vagas (e, portanto, menor demanda de correção a partir da primeira fase, o que já reduziria custos), o ‘enxugamento’ de gastos se encaixa na retórica predominante da administração de Jair Bolsonaro. Se confiarmos no padrão histórico de lisura do concurso, a hipótese de substituição de banca seria, então, econômica.

A isenção do concurso público é em si outro pressuposto posto em xeque nas primeiras reações à entrada do IADES na organização do exame. Mesmo que a portaria publicada em 17 de junho indique que a seleção ocorrerá em duas fases, uma objetiva e outra discursiva, ambas na modalidade escrita, alguns veem com maus olhos a pouca experiência prévia da nova banca na realização de concursos nacionais de tal complexidade. É verdade também que o Cespe foi bem-sucedido em estabelecer uma ‘cultura’ em torno de seus certames – cultura tal que permitia aos professores prever com alguma segurança o que os alunos enfrentariam tanto em formato quanto em conteúdo.

Gera alguma preocupação ver uma banca ‘nova’, cuja tradição é organizar concursos locais e regionais, responsável pelo CACD? Sem dúvida alguma. Vale lembrar, porém, que o Cespe, sendo grande como é, também trouxe dificuldades aos candidatos nos últimos anos – quem lidou com salas de aulas inadequadas, falta de luz, cronogramas trocados e gabaritos absurdos que o diga! É ainda cedo, portanto, para presumir que a mudança de banca organizadora necessariamente ampliará os riscos de irregularidades em qualquer etapa. O misto de esperança e ceticismo, sabemos, é um dos sentimentos mais caros ao CACDista raiz.

Passemos então ao ponto mais importante: afinal, o que muda nas provas? Ainda é difícil saber. Comecemos pelo que temos de oficial. A portaria do dia 17 estabeleceu que a primeira fase do concurso (informalmente conhecida como ‘TPS’) continuará a ter caráter eliminatório e a ser constituída por questões objetivas de língua portuguesa, língua inglesa, história do Brasil, história mundial, política internacional, geografia, economia e direito/direito internacional público. A referência a questões objetivas pode significar, na prática (e de acordo com provas anteriores do IADES), uma opção exclusiva por questões de múltipla escolha ou questões no estilo C/E, mas também abranger um misto entre elas – como o próprio Cespe fazia no início desta década. Já sobre a segunda fase, agora englobando todas as provas discursivas, sabemos apenas que permanecem as provas escritas eliminatórias e classificatórias de língua portuguesa, língua inglesa, história do Brasil, geografia, política internacional, economia, direito/direito internacional público e língua francesa/língua espanhola. Não há mais informações sobre quantidade de exercícios, conteúdo programático ou mesmo nível de cobrança.

Com tanta incerteza, e sendo o concurso deste ano mais ‘compacto’ (por ter apenas em duas fases), gerou-se especulação em torno da redução do número de questões. As recentes mudanças de ventos no Ministério, por sua vez, preocupam por potencialmente exigirem uma adaptação em tempo recorde a novas exigências e a novos conhecimentos. A essas dúvidas iniciais, juntou-se a impressão de que o IADES não foi ainda exposto à realização de um exame com o grau de complexidade e exigência do CACD. É um risco? Sempre é. Mas não dá para ceder ao medo, porque não há precedentes ou informações sobre novas mudanças. O mais produtivo a fazer, portanto, é retomar o foco e se preparar, com a orientação dos professores, utilizando provas anteriores da instituição para outras carreiras públicas.

Nessa qualidade, merece destaque a atuação do IADES na organização do último concurso para analista de Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), agência com atuação ‘irmã’ à do MRE. A seleção cobrou provas objetivas e discursivas de língua portuguesa e língua inglesa que podem trazer dicas sobre o que virá adiante – no caso do inglês, as diferentes carreiras exigiram textos dissertativos simples. Também fica a dica valiosa de investigar as questões de outras disciplinas presentes no CACD, ao menos para entender como as questões têm sido formuladas. Deixar-se levar pelo pânico e pela especulação é uma péssima estratégia: tentem ver que mudanças também podem ser um copo cheio e uma oportunidade para explorar melhor suas capacidades.

Enquanto o edital não sai (e deve sair muito em breve!), o Barão e os professores de nossa equipe já estão diagnosticando as dicas e tendências dos concursos realizados pelo IADES. Tendo as informações finais sobre as provas, já teremos todas as condições para ajudar, como sempre, os candidatos precisando de um ‘empurrão’ nesta reta rumo ao concurso.

 

Texto especial dos professores:

 

Manoela Assayag – Professora de Língua Inglesa nos cursos da área de Diplomacia do Clio – Damásio. Doutora em Relações Internacionais e Ciência Política e Mestre em Estudos Internacionais e Ciência Política pelo Institut de Hautes Études Internationales et du Développement (IHEID) em Genebra.

 

Rodrigo Armstrong – Professor de Língua Inglesa nos cursos da área de Diplomacia do Clio – Damásio. Graduado em Relações Internacionais pela Tufts University (Estados Unidos) e Mestre em Economia Política Internacional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Edital CACD 2019 à vista: saiu a Portaria!

Alvíssaras, caríssimos e caríssimas CACDistas!

Começamos o dia de hoje com uma notícia fantástica: a realização do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) deste ano foi confirmada, por meio da publicação da Portaria nº 598, de 17 de junho de 2019! O informativo consta no Diário Oficial da União (DOU) e dá alguns detalhes sobre as provas de cada etapa do certame e o número de vagas para o cargo de Terceiro-Secretário – a classe inicial da carreira.

Vejam o documento na íntegra:

 

Com base nessas orientações iniciais, já podemos destacar alguns pontos importantes do processo seletivo:

  • No CACD 2019, serão oferecidas 20 vagas para a classe inicial da Carreira de Diplomata – ou seja, tivemos uma redução neste aspecto, já que o último concurso ofereceu um total de 26 vagas;
  • O período entre a publicação do Edital do Concurso e a realização da prova de Primeira Fase também sofreu alteração e, dessa vez, será de dois meses – a Portaria traz essa informação expressa, nos termos do artigo 41, § 2º, do decreto nº 9.739/2019;
  • As provas discursivas da Segunda e da Terceira Fases foram unidas em uma etapa única. Sendo assim, a haverá apenas a Segunda Fase, abarcando as provas escritas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Direito e Direito Internacional Público, Economia, Geografia, História do Brasil, Política Internacional, Língua Espanhola e Língua Francesa. Portanto, não haverá Terceira Fase.
  • Ao que tudo indica, a prova de Língua Espanhola e Língua Francesa permanecerá com o modelo de questões discursivas do último concurso;

De modo geral, a Portaria nos permite concluir que o CACD 2019 ocorrerá nos mesmos moldes do último concurso, tendo como novidades apenas as mudanças listadas acima.

Agora, é aguardar pela publicação do nosso tão esperado edital e colocar força total nos estudos, meus caros! No ano passado, o documento foi publicado 15 dias após a emissão da portaria. Então, é possível que esse período seja mantido neste ano. Fiquemos de olho nas notícias dos próximos dias!

 

✨ DICA DO BARÃO ✨

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Notícias sobre o Concurso para Diplomata 2019 – CACD

Minhas caras e meus caros,

Nesta semana, tivemos duas notícias importantes sobre o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), ambas veiculadas pelo jornal O Globo. A primeira não foi das mais alvissareiras e acabou deixando muitos aspirantes à diplomata apreensivos. Informava que, devido aos cortes no Orçamento Federal, o Instituto Rio Branco (IRBr) não realizaria a sua tradicional seleção de novos alunos neste ano.

Imagino que essa informação tenha sido como um balde de água fria para vocês, caros pupilos, que estão na jornada de preparação para as provas e aguardam ansiosos pelo edital. Porém, nem tudo está perdido: até o momento, não houve comunicação oficial do Ministério das Relações Exteriores (MRE) sobre o assunto, confirmando a informação trazida pelo jornal.

Hoje, então, tivemos a segunda notícia, que deixou o cenário bem mais otimista. Durante seu discurso na cerimônia de formatura da turma 2017-2019 do IRBr, o Presidente Jair Bolsonaro confirmou que o CACD será realizado normalmente neste ano e nos próximos. Vejam a declaração abaixo.

O meu ministro, o nosso ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em contato com o nosso ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que manterá o concurso dos senhores no corrente e nos demais anos. É um reconhecimento do trabalho de todos os senhores e senhores.

O vídeo completo da cerimônia de formatura dos novos diplomatas, realizada hoje (03) em Brasília, pode ser assistido nesta página: https://www.youtube.com/watch?v=AHqUDs8H_Yc

Sendo assim, estimados, vamos aguardar pelas informações oficiais do processo seletivo. Tomando por base as últimas edições do certame, podemos esperar que Portaria do MRE, com as informações gerais da seleção, seja divulgada no início de junho, e o Edital, alguns dias depois, mais para o final do mês.

Enquanto isso, aqui vão duas dicas especiais para vocês aproveitarem em seus estudos e preparação para as provas vindouras:

🌟 Confiram o post Manuais, Guias e Provas: materiais oficiais e gratuitos para o CACD, e saibam como utilizar os conteúdos livres e complementares nos estudos para o concurso.

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CACD 2018 – Panorama completo do concurso e dicas de estudos

Futuras e futuros diplomatas,

Tivemos, hoje, a notícia que aguardávamos com grande expectativa: foi publicado o Edital do CACD 2018 – o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata deste ano! Na Portaria divulgada no último dia 12, já pudemos observar orientações importantes sobre a estrutura e o funcionamento da seleção. O edital recém-publicado, por sua vez, traz informações detalhadas do certame, que merecem bastante atenção dos candidatos e candidatas. Assim sendo, neste post, vocês podem obter um panorama especial das informações do concurso, com uma explicação detalhada sobre as características das provas deste ano.

Leiam atentamente e aproveitem o conteúdo para organizar seus planos de estudos nesta reta final! 😉

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1. INFORMAÇÕES INICIAIS:

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2. DATAS DAS PROVAS:

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* As datas da Segunda e Terceira Fases sofreram alterações e foram retificadas pelos editais nº 5 e nº 7 do concurso.

Tempo para realização das provas:

– Primeira Fase: dois períodos: o primeiro, iniciando-se às 9 horas e 30 minutos, com duração de 3 horas; e o segundo, iniciando-se às 15 horas, com duração de 3 horas.

– Segunda Fase: início às 14 horas, com duração de 5 horas, nos dois dias.

– Terceira Fase: dois períodos em cada dia: o primeiro, iniciando-se às 9 horas, com duração de 4 horas; e o segundo, iniciando-se às 15 horas, com duração de 4 horas.

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3. DATAS DOS GABARITOS, RECURSOS E RESULTADOS:

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4. COMPOSIÇÃO DAS PROVAS:

Primeira Fase: prova objetiva, constituída de questões do tipo “C ou E” (certo ou errado).

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Segunda Fase: provas compostas por questões discursivas.

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Terceira Fase: provas compostas por questões discursivas.

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NOVIDADE! Pela primeira vez, o edital traz os detalhes dos critérios de avaliação da prova discursiva de Língua Espanhola e Língua Francesa, conferindo mais transparência a esse aspecto do certame:

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5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS DISCIPLINAS:

O conteúdo de cada disciplina cobrado nas provas está especificado na última parte do edital (anexo III). Para dar-lhes uma mãozinha neste momento em que cada minuto de estudos é precioso, o Barão que vos fala preparou uma versão esquematizada dos programas de todas as matérias. Vocês podem conferir e baixá-los em PDF nos links seguintes:

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As informações e atualizações sobre o CACD 2018 estão disponíveis na página do Cespe/UnB – instituição organizadora do concurso.

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Para auxiliá-los no entendimento de todos os detalhes do certame, os professores Ricardo Macau e Fernando Entratice realizaram o Radar dos Concursos – CACD 2018, para explicar todo o edital e dar dicas especiais para os estudos nesta reta final da preparação. Assistam e aproveitem! 👇

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DICAS DO BARÃO

Complementem seus estudos para as três fases do CACD, com os cursos100% online e gratuitos – de correção e comentários de todas as provas (a partir de 2010) por um time de professores especializados e com ampla experiência no certame. Inscrevam-se pelos links abaixo e aproveitem!

  1. CACD 1ª Fase Comentada – 2010 até 2017
  2. CACD 2ª Fase Comentada – 2012 até 2017
  3. CACD 3ª Fase Comentada – 2012 até 2017

Confiram o post Manuais, Guias e Provas: materiais oficiais e gratuitos para o CACD, e saibam como utilizar os conteúdos livres e complementares nos estudos para o concurso!

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Agora, é sebo nas canelas e força total na preparação, minhas queridas e meus queridos! Ótimos estudos! 💙

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Participações especiais neste post:

Fernando Entratice – Bacharel em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo (USP). Professor de Redação em Língua Portuguesa nos cursos da área de Diplomacia do Clio – Damásio.

Ricardo Macau – Doutor em Direito do Estado pela Universidade de São Paulo (USP). Professor de Direito Interno e de Direito Internacional Público nos cursos da área de Diplomacia do Clio – Damásio.

Dicas especiais dos professores para a 1ª Fase | CACD 2018

Queridas pupilas e queridos pupilos,

A Primeira Fase do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata deste ano (CACD 2018) se aproxima, e, certamente, vocês estão a todo vapor com as revisões e pinceladas finais nos estudos para a prova objetiva, não é mesmo? Então, para dar-lhes uma forcinha nesses últimos momentos da preparação e ajudá-los a acalmar os ânimos, nosso time de mestres e mestras trouxe alguns conselhos e dicas especiais para os estudos e a realização da prova.

Sem mais delongas, confiram abaixo e aproveitem a mensagem de cada professor (a)! 🙂

 

avatar_manoela

 

Língua Inglesa – Professora Manoela Assayag

“A grande dica para Língua Inglesa é revisar os bancos de dados de vocabulário organizados ao longo do ano, e relaxar a mente para ler textos e questões com calma.”

 

avatar_macau

 

Direito Interno – Professor Ricardo Macau

“Decore as principais regras da Constituição Federal (CF/88) que tratam do Poder Executivo e envolvem temas relacionados às relações internacionais: art. 83 e art. 84, incisos VII, VIII, XIX, XX e XII.”

 

avatar_cafeHistória – Professor Daniel Araújo

“Na última semana de estudos, o mais importante é deixar de lado os livros, artigos ou aulas de conteúdo específico. Foque na elaboração de questões de TPS (1ª Fase) antigos e, se for preciso, recorra aos seus fichamentos. O pragmatismo eficiente é a senha nesse momento.

Abraços e bons estudos!”

 

avatar_p-aPolítica Internacional – Professor Paulo Velasco

“Nestes últimos momentos antes da prova de PI, a melhor dica é trabalhar em cima de exercícios, especialmente refazendo as provas de anos anteriores. Assim, será possível identificar o tipo de abordagem dos temas mais cobrados e o padrão de erro característico nas afirmativas. De resto, manter a tranquilidade e, sobretudo, ter confiança.”

 

avatar_joaofelipeGeografia – Professor João Felipe Ribeiro

“Reveja todos itens de geografia dos últimos 3 TPS’s (provas da 1ª Fase) e se concentre nos que estão errados. Destaque a causa do erro e procure identificar um padrão da banca de geografia quanto à maior ou menor valorização de detalhes e dados a comparação com outras disciplinas.”

 

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avatar_bystronsky-cDireito Internacional – Professor Guilherme Bystronski

“Nesses últimos metros antes da linha de chegada, deve-se privilegiar em especial o estudo daqueles temas onde o aluno percebeu ter dificuldades ao resolver as provas de CACDs anteriores. Além disso, certos temas cobrados rotineiramente, como solução pacífica de controvérsias e tribunais internacionais, assim como Direito dos Tratados, merecem uma última revisão criteriosa.

Abraços e boa sorte domingo!”

 

avatar_isabelLíngua Portuguesa – Professora Isabel Vega

“Nessa véspera de prova, a busca de equilíbrio e tranquilidade deve estar na agenda, marcada como importantíssima.

Muitas vezes, o cansaço favorece o crescimento da ansiedade e da insegurança, e aí, para combatê-los, nada melhor que um seriado ou um filme bem bobo para assistir, daqueles que a gente ri sem culpa. Também vale a companhia dos amigos e das pessoas que amamos para espairecer as ideias.

A prova do CACD exige atenção e memória, portanto, não é hora de encher a cabeça com preocupações, dúvidas e cobranças. Afinal, a terra já foi semeada; é preciso esperar a colheita, ou, citando o poeta Arnaldo Antunes, “O que / (se) foi / é (s)ido.””

 

avatar_sousaEconomia – Professor Daniel Sousa

“Façam as questões com muita calma. Não se precipite!

Deixar itens em branco FAZ parte do jogo. Estatisticamente, você pode deixar até 10-15% dos itens em branco com segurança e sem comprometer sua prova.

Procure erros OBJETIVOS nas assertivas.

Cuidado! Não marque nada com base no que você “pensou”. Vale o que está escrito!

Uma excelente prova!”