Plantão do Barão: As bancas do CACD 2017!

Caros pupilos e caras pupilas,

Uma das informações mais desejadas nas edições do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) é a relação de nomes dos componentes da banca examinadora das provas. Isso porque, ao saber quem são os integrantes desse grupo, os candidatos podem ter uma melhor noção do que pode vir a ser cobrado nos exames dos anos posteriores, com base nas áreas de interesse e linhas de trabalho ou pesquisa de cada examinador. Convenhamos que esse é um trunfo e tanto para o incremento das leituras e dos exercícios do plano de estudos!

Geralmente, a divulgação desses dados costuma ocorrer algum tempo depois da finalização do processo seletivo vigente, como foi o caso do CACD 2015, quando o Instituto Rio Branco (IRBr) publicou uma Portaria (26 de outubro de 2015) informando a composição da banca da Terceira Fase. No entanto, a veiculação dos nomes da banca examinadora não é uma prática regular do CACD, até mesmo se a informação for solicitada por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). A propósito, no início deste ano, resolvi dar uma de abelhudo e requisitei ao IRBr a relação dos examinadores das três fases do Concurso de 2016, porém a informação não me foi concedida. Confiram a resposta na íntegra:

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Obs.: o nome do solicitante foi ocultado na imagem para preservamos a identidade secreta do nosso querido Barão. 😛

 

Há poucos dias, porém, o órgão informou a composição da banca da Terceira Fase de 2016 (exceto Língua Inglesa), em resposta a um pedido feito pela equipe do Clipping CACD no sistema da LAI. Além disso, nessa mesma divulgação, o Diretor-Geral do IRBr – autor da resposta – comunicou que os nomes dos examinadores do CACD 2017 seriam revelados antes mesmo da finalização do processo seletivo.

E não é que isso ocorreu mesmo, meus caros?! Foi publicada, hoje, no Diário Oficial da União (DOU) a Portaria de 2 de outubro de 2017, informando a relação completa dos integrantes das bancas de todas as fases do concurso deste ano. Um acontecimento inédito na história da seleção para a Carreira de Diplomata! Vejam, abaixo, a listagem completa dos responsáveis pela elaboração e correção das provas.

 

INTEGRANTES DAS BANCAS DO CACD 2017:

 

PRIMEIRA FASE

  • Língua Portuguesa

Eloisa Nascimento Silva Pilati

Luís Felipe Silvério Fortuna

Sandra Lúcia Rodrigues da Rocha

  • História do Brasil

Francisco Fernando Monteoliva Doratioto

  • História Mundial

Arthur Alfaix Assis

Francisco Fernando Monteoliva Doratioto

  • Geografia

Everaldo Batista da Costa

Fernando Luiz Araújo Sobrinho

  • Língua Inglesa

Alessandra Ramos de Oliveira Harden

Manuel Adalberto Carlos Montenegro Lopes da Cruz

  • Política Internacional

Arthur Alfaix Assis

Francisco Fernando Monteoliva Doratioto

Kassius Diniz da Silva Pontes

  • Noções de Economia

Andrea Felippe Cabello

Daniel Klug Nogueira

Luciana Acioly da Silva

  • Noções de Direito e Direito Internacional Público

George Rodrigo Bandeira Galindo

Mamede Said Maia Filho

 

SEGUNDA FASE

  • Língua Portuguesa

Alessandro Warley Candeas

Luís Felipe Silvério Fortuna

Michel Arslanian Neto

Regina Maria Furquim Freire da Silva

Roberto Doring Pinho da Silva

Sandra Lúcia Rodrigues da Rocha

  • Língua Inglesa

Alessandra Ramos de Oliveira Harden

Jorio Dauster Magalhães e Silva

Ofal Ribeiro Fialho

 

TERCEIRA FASE

  • História do Brasil

Antônio José Barbosa

Francisco Fernando Monteoliva Doratioto

Neuma Brilhante Rodrigues

Norma Breda dos Santos

  • Geografia

Everaldo Batista da Costa

Fernando Luiz Araújo Sobrinho

Nelba Azevedo Penna

Waleska Valença Manyari

  • Política Internacional

Benoni Belli

Francisco Fernando Monteoliva Doratioto

Gisela Maria Figueiredo Padovan

Pio Penna Filho

  • Noções de Economia

Daniel Klug Nogueira

José Carlos de Oliveira

Luciana Acioly da Silva

Renato Coelho Baumann das Neves

  • Noções de Direito e Direito Internacional Público

George Rodrigo Bandeira Galindo

Jorge Luiz Fontoura Nogueira

Mamede Said Maia Filho

Marcos Mauricio Toba

  • Língua Espanhola

Maria Del Mar Paramos Cebey

Pedro Delgado Hernandez

  • Língua Francesa

Germana Henriques Pereira de Sousa

Jerome Christian Aurelien Bertheau

Sabine Gorovitz

 

Como vimos acima, essas informações são bastante interessantes para se ter uma ideia do que pode aparecer nas questões ou dos perfis de avaliação dos examinadores. Por outro lado, neste momento de vésperas dos exames de Terceira Fase, uma notícia dessas pode ser motivo de preocupação para os candidatos mais ansiosos. Para ajudá-los a evitar essa tensão desnecessária, o queridíssimo mestre Tanguy Baghdadi trouxe algumas dicas de como vocês podem usar essa novidade de forma favorável e positiva, especialmente nas revisões e estudos finais para as provas do próximo fim de semana. Assistam ao vídeo abaixo e aproveitem, meus queridos futuros diplomatas! 😉

 

Participação especial neste post:

#PassandoDeFase no CACD – Língua Portuguesa

Mancebos e moçoilas,

Finalizaremos a série #PassandoDeFase no CACD falando sobre a prova discursiva de Língua Portuguesa na Segunda Fase do concurso, que acontecerá daqui a três dias! Esse é um exame que não costuma sofrer alterações significativas de uma edição para outra. Nos últimos dez anos, o modelo e o conteúdo das questões se mantiveram exatamente os mesmos, com apenas algumas pequenas mudanças em sua formatação, como o tamanho dos exercícios e a extensão da redação por exemplo. No edital 2017, essa regra se manteve e nenhuma novidade se apresentou para essa disciplina.

A recorrência do mesmo modelo de prova por vários anos é um fator que pode ajudar (e muito!) os candidatos no planejamento da preparação e na definição do plano de estudos. Oras, com um formato de exame padronizado fica muito mais fácil prever o que pode aparecer na avaliação vindoura e realizar os necessários treinamentos e revisões do conteúdo requerido pela banca examinadora.

A seguir, confiram as principais informações sobre a estrutura e o conteúdo da prova escrita de Língua Portuguesa.

 

Data e horário da prova:

  • 30 de setembro (sábado)
  • Início: 14h00
  • Término: 19h00

 

Composição da prova:

  • uma redação sobre tema geral, com extensão de 600 a 650 palavras – valor: 60 pontos
  • dois exercícios de interpretação, de análise ou de comentário de textos, com extensão de 120 a 150 palavras – valor: 20 pontos (cada)
  • pontuação total: 100 pontos

 

Conteúdo programático requerido:

ITENS

SUBITENS

1 Língua portuguesa: modalidade culta usada contemporaneamente no Brasil 1.1 Sistema gráfico: ortografia, acentuação e pontuação; legibilidade.  —–
1.2 Morfossintaxe.  —–
1.3 Semântica.  —–
1.4 Vocabulário.  —–
2 Leitura e produção de textos 2.1 Compreensão, interpretação e análise crítica de textos escritos em língua portuguesa.  —–
2.2 Conhecimentos de linguística, literatura e estilística: funções da linguagem; níveis de linguagem; variação linguística; gêneros e estilos textuais; textos literários e não literários; denotação e conotação; figuras de linguagem; estrutura textual.  —–
2.3 Redação de textos dissertativos dotados de fundamentação conceitual e factual, consistência argumentativa, progressão temática e referencial, coerência, objetividade, precisão, clareza, concisão, coesão textual e correção gramatical. 2.3.1 Defeitos de conteúdo: descontextualização, generalização, simplismo, obviedade, paráfrase, cópia, tautologia, contradição.
2.3.2 Vícios de linguagem e estilo: ruptura de registro linguístico, coloquialismo, barbarismo, anacronismo, rebuscamento, redundância e linguagem estereotipada.

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Baixe aqui as tabelas em PDF

 

Mais do que em qualquer outra disciplina, a prática continuada de redações e questões discursivas de interpretação de texto é um elemento imprescindível para os estudos neste momento. Portanto, caríssimos, a realização das provas anteriores e a leitura das melhores respostas compiladas nos Guias de Estudos do Instituto Rio Branco são atividades praticamente obrigatórias para aqueles que desejam ficar 100% afinados com as exigências da Segunda Fase.

A cereja para esse bolo de aprendizado, fica por conta do prezado mestre Fernando Entratice, especializado em Língua Portuguesa para o CACD. No vídeo abaixo, o professor traz orientações e dicas excepcionais para desmistificar o exame de Redação em Português e, assim, ajudá-los a cumprir com louvor mais essa tarefa desafiadora da caminhada rumo ao Itamaraty! 🙂

 

Participação especial neste post:

avatar_entraticeFernando Entratice – Bacharel em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo (USP). Leciona a disciplina de Técnicas de Redação em Português, com ampla experiência na análise de correções da banca Cespe/UnB, nos cursos preparatórios de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional / Clio.

 

 

 

VEJA A SÉRIE COMPLETA:

#PassandoDeFase no CACD – História do Brasil

#PassandoDeFase no CACD – Direito Internacional Público

#PassandoDeFase no CACD – Direito Interno

#PassandoDeFase no CACD – Língua Espanhola e Língua Francesa

#PassandoDeFase no CACD – Língua Inglesa

#PassandoDeFase no CACD – Política Internacional

#PassandoDeFase no CACD – Noções de Economia

#PassandoDeFase no CACD – Geografia

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#PassandoDeFase no CACD – Geografia

Mancebos e moçoilas,

Assim como ocorrido em Política Internacional, a disciplina de Geografia também terá uma prova independente na Terceira Fase do CACD 2017. Conforme vimos na série “De Olho na Banca”, essas duas matérias compuseram um exame único, com duas questões para cada uma, nas três últimas edições do concurso (2014, 2015 e 2016). Todavia, o edital deste ano trouxe mudanças nesse aspecto e retomou o formato de provas separadas, constituídas por quatro perguntas. Houve uma alteração também na configuração das questões de conteúdos geográficos: as perguntas, agora, terão limite de 60 e 40 linhas para resposta e não mais 90/60 linhas como estabelecido nos certames anteriores.

Confiram, abaixo, mais detalhes sobre as características estruturais e de conteúdo da prova discursiva de Geografia.

 

Data e horário da prova:

  • 07 de outubro (sábado)
  • Início: 09h00
  • Término: 13h00

 

Composição da prova:

  • duas questões de 60 linhas para resposta – 30 pontos cada uma
  • duas questões de 40 linhas para resposta – 20 pontos cada uma
  • Pontuação máxima: 100 pontos

 

Conteúdo programático requerido:

ITENS SUBITENS
1 História da Geografia. 1.1 Expansão colonial e pensamento geográfico.
1.2 A Geografia moderna e a questão nacional na Europa.
1.3 As principais correntes metodológicas da Geografia.
2 A Geografia da População. 2.1 Distribuição espacial da população no Brasil e no mundo.
2.2 Os grandes movimentos migratórios internacionais e intranacionais.
2.3 Dinâmica populacional e indicadores da qualidade de vida das populações.
3 Geografia Econômica. 3.1 Globalização e divisão internacional do trabalho.
3.2 Formação e estrutura dos blocos econômicos internacionais.
3.3 Energia, logística e reordenamento territorial pós-fordista.
3.4 Disparidades regionais e planejamento no Brasil.
4 Geografia Agrária. 4.1 Distribuição geográfica da agricultura e pecuária mundiais.
4.2 Estruturação e funcionamento do agronegócio no Brasil e no mundo.
4.3 Estrutura fundiária, uso da terra e relações de produção no campo brasileiro.
5 Geografia Urbana. 5.1 Processo de urbanização e formação de redes de cidades.
5.2 Conurbação, metropolização e cidades-mundiais.
5.3 Dinâmica intraurbana das metrópoles brasileiras.
5.4 O papel das cidades médias na modernização do Brasil.
6 Geografia Política. 6.1 Teorias geopolíticas e poder mundial.
6.2 Temas clássicos da Geografia Política: as fronteiras e as formas de apropriação política do espaço.
6.3 Relações Estado e território.
6.4 Formação territorial do Brasil.
7 Geografia e gestão ambiental. 7.1 O meio ambiente nas relações internacionais: avanços conceituais e institucionais.
7.2 Macro divisão natural do espaço brasileiro: biomas, domínios e ecossistemas.
7.3 Política e gestão ambiental no Brasil.

Baixe aqui a tabela em PDF

 

Em comparação a outras disciplinas, podemos dizer que o programa de Geografia é breve e sucinto, visto que seus itens e subitens são apresentados de forma bem definida e pontual em cada uma das sete partes em que a matéria se divide. Tal estruturação do conteúdo permite que os candidatos tenham mais facilidade para organizar seus planos de estudos, baseados tanto no aprendizado teórico dos temas como na prática regular de exercícios discursivos – e, aqui, não podemos esquecer dos melhores amigos de todo CACDista neste momento: as provas anteriores e os Guias de Estudos, com exemplos de respostas que receberam nota máxima da banca!

Uma boa preparação para as questões dissertativas também deve procurar focar os assuntos mais passíveis de serem cobrados na iminente prova. Por isso, nosso querido mestre de Geografia, João Felipe Ribeiro, veio dar explicações especializadas sobre o formato e o conteúdo das respostas exigidas pelos examinadores, para deixá-los ainda mais afiados nas demandas dessa disciplina. Confiram no vídeo a seguir! 😉

 

Participação especial neste post:

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João Felipe Ribeiro – Licenciado em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e professor dessa disciplina na área de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional – Clio.

 

 

VEJA TAMBÉM:

#PassandoDeFase no CACD – História do Brasil

#PassandoDeFase no CACD – Direito Internacional Público

#PassandoDeFase no CACD – Direito Interno

#PassandoDeFase no CACD – Língua Espanhola e Língua Francesa

#PassandoDeFase no CACD – Língua Inglesa

#PassandoDeFase no CACD – Política Internacional

#PassandoDeFase no CACD – Noções de Economia

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#PassandoDeFase no CACD – Noções de Economia

Minhas caras e meus caros,

Diferente do que muitos pensam, a prova de “Noções de Economia” na Terceira Fase do CACD não é uma tarefa extremamente difícil, repleta de análises econômicas profundas e cálculos matemáticos mirabolantes. Trata-se de um exame composto por quatro questões discursivas, que geralmente se baseiam em três grandes “universos” da disciplina: Microeconomia, Macroeconomia e Economia Brasileira. Nesse sentido, possuir um bom entendimento desses conteúdos e habilidade para redigir textos dissertativo-argumentativos organizados e bem estruturados já são meio-caminho-andado para um bom desempenho nessa etapa.

É preciso apenas lembrar que, como havíamos visto anteriormente, a disciplina foi a que mais sofreu alterações de conteúdo programático no Edital 2017, com diversos temas inéditos em cada uma das partes mais exploradas pela banca na prova discursiva. Portanto, o programa dos assuntos econômicos, que costumava ser curto em relação a outras matérias, tornou-se mais robusto e extenso.

Observem, abaixo, as informações sobre o exame discursivo de Economia.

 

Data e horário da prova:

  • 07 de outubro (sábado)
  • Início: 15h00
  • Término: 19h00

 

Composição da prova:

  • duas questões de 60 linhas para resposta – 30 pontos cada uma
  • duas questões de 40 linhas para resposta – 20 pontos cada uma
  • Pontuação máxima: 100 pontos

 

Conteúdo programático requerido:

  ITENS* SUBITENS
1 Microeconomia 1.1 Demanda do Consumidor 1.1.1 Preferências.
1.1.2 Equilíbrio do consumidor.
1.1.3 Curva de demanda.
1.1.4 Elasticidade-preço e elasticidade-renda.
1.2. Oferta do Produtor 1.2.1 Fatores de produção.
1.2.2 Função de produção.
1.2.3 Elasticidade-preço da oferta.
1.2.4 Rendimentos de fator.
1.2.5 Rendimentos de escala.
1.2.6 Custos de produção.
1.3 Tipos de Mercados e de bens 1.3.1 Concorrência perfeita, monopólio e oligopólio.
1.3.2 Comportamento das empresas.
1.3.3 Determinação de preços e quantidades de equilíbrio.
1.3.4 Tipos de bens.
1.3.5 Bens públicos.
1.3.6 Bens rivais.
1.3.7 Recursos comuns e Bens comuns.
1.3.8 Externalidades.
1.4 Noções de Teoria dos Jogos 1.4.1 Jogo, estratégia, perfil e pay-off.
1.4.2 Estratégias dominantes.
1.4.3 Equilíbrio de Nash.
1.4.4 Melhora de Pareto.
1.4.5 Dilema do Prisioneiro.
1.4.6. Aplicações ao estudo de oligopólios: Modelos de Cournot, Bertrand e Stackelberg.
1.5 Introdução à análise de custo-benefício  —-
2 Macroeconomia 2.1 Contabilidade Nacional 2.1.1 Os conceitos de renda e produto.
2.1.2 Determinação da renda, do produto e dos preços.
2.1.3 Oferta e demanda agregadas.
2.1.4 Contas Nacionais do Brasil.
2.1.5 Conceito de deflator implícito da renda.
2.1.6 Indicadores econômicos.
2.2 Contas Externas 2.2.1 Os conceitos de déficit e superávit nas contas externas.
2.2.2 Balanço de pagamentos: a conta de transações correntes, a conta de capital e financeira.
2.2.3 Atualizações Metodológicas do Balanço de Pagamentos.
2.2.4 Indicadores de Liquidez Externa.
2.2.5 Indicadores de Solvência Externa.
2.3 Economia do Setor Público e Política Fiscal 2.3.1 Gastos e receitas do governo.
2.3.2 Política orçamentária e equilíbrio orçamentário.
2.3.3 Conceitos de superávit e déficit público.
2.3.4 Abordagem Ricardiana da Dívida Pública.
2.3.5 Endividamento e responsabilidade fiscal.
2.3.6 Papel do Governo.
2.3.7 Objetivos e instrumentos de política fiscal.
2.3.8 Efeitos fiscais sobre a 28/30 política monetária.
2.3.9 Consumo, investimento, poupança e gasto do governo.
2.4 O modelo IS-LM-BP  —-
2.5 Teoria e Política monetária 2.5.1 Funções da moeda.
2.5.2 Criação e distribuição de moeda.
2.5.3 Oferta da moeda e mecanismos de controle.
2.5.4 Procura da moeda.
2.5.5 Tipos de Inflação.
2.5.6 Moeda e preços no longo prazo.
2.5.7 Teoria Quantitativa da Moeda.
2.6 Política Monetária 2.6.1 Papel do Banco Central.
2.6.2 Objetivos e instrumentos de política monetária.
2.6.3 Inflação e Taxa de Juros.
2.6.4 Política Monetária Não-Convencional.
2.6.5 Conceitos Básicos da Regulação e Supervisão do Sistema bancário, financeiro e do Mercado de Capitais.
2.7 Crescimento e Desenvolvimento Econômico 2.7.1 Teorias de Crescimento Econômico.
2.7.2 O papel da inovação no crescimento econômico: os modelos Solow e Schumpeteriano.
2.7.3 Fundamentos teóricos do desenvolvimento econômico sustentável.
2.7.4 A armadilha da renda média.
2.7.5 Experiências bem-sucedidas de desenvolvimento socioeconômico no pós-Segunda Guerra Mundial.
2.7.6 Experiências bem-sucedidas de política industrial e de inovação no pós-Segunda Guerra Mundial.
2.7.7 Princípios de economia institucional.
2.7.8 Arranjos institucionais e desenvolvimento econômico.
2.7.9 Crenças, Contratos e Instituições.
2.8 Teorema de Coase  —-
2.9 Emprego e renda 2.9.1 Conceito de Desemprego.
2.9.2 Tipos de Desemprego.
2.9.3 Determinação do nível de emprego.
2.9.4 Indicadores do mercado de trabalho.
2.9.5 Lei de Okun.
2.9.6 Distribuição de renda no Brasil.
2.9.7 Causas da distribuição de renda no Brasil.
3 Economia internacional 3.1 Teorias de Comércio 3.1.1 Teorias clássicas, Neoclássicas e contemporâneas do comércio internacional.
3.1.2 Teorias explicativas do comércio de bens industrializados.
3.1.3 O comércio intrafirma e intrassetorial.
3.1.4 O papel das economias de escala e da concorrência imperfeita para o comércio internacional.
3.1.5 Cadeias Globais de Valor.
3.1.6 A crítica de Prebisch e da Cepal.
3.1.7 Deterioração dos termos de troca.
3.2 Macroeconomia aberta 3.2.1 Os fluxos internacionais de bens, capitais e serviços.
3.2.2 Regimes de câmbio.
3.2.3 Taxa de câmbio nominal e real.
3.2.4 Determinantes da Política Cambial.
3.2.5 A relação câmbio-exportações no curto e no longo prazo.
3.2.6 A Curva “J”.
3.2.7 A relação poupança externa-crescimento econômico.
3.2.8 A relação câmbio-jurosinflação.
3.2.9 A Trindade Impossível de Mundell-Fleming.
3.3 Comércio e Investimentos Internacionais 3.3.1 Política Comercial e de Investimentos.
3.3.2 Efeitos de tarifas, quotas, subsídios e outros instrumentos de política comercial.
3.3.3 A utilização de medidas não tarifárias como barreiras ao comércio internacional.
3.3.4 O papel dos acordos de investimentos na atração de investimentos diretos no país (IDP).
3.3.5 Modelos de acordos de investimentos.
3.3.6 O ambiente de negócios e a atração de investimentos diretos no país (IDP). 3.3.7 A importância da internacionalização das empresas brasileiras para a economia do Brasil.
3.3.8 As agências e órgãos governamentais brasileiros responsáveis pela formulação, coordenação e implementação das políticas de comércio exterior.
3.4 O Sistema de Comércio Internacional 3.4.1 Sistema multilateral de comércio: origem e evolução.
3.4.2 As rodadas negociadoras do GATT e da OMC.
3.4.3 A Rodada Uruguai.
3.4.4 A Rodada Doha.
3.4.5 Os mega acordos regionais e os novos temas das negociações comerciais multilaterais.
3.4.6 Os acordos bilaterais e plurilaterais OMC-Plus e OMC-Extra.
3.4.7 O Brasil e as negociações comerciais internacionais.
3.4.8 Integração econômica e comercial na América do Sul.
3.5 Sistema financeiro internacional 3.5.1 Padrão-ouro.
3.5.2 Padrão dólar-ouro.
3.5.3 Principais elementos da arquitetura financeira de Bretton Woods.
3.5.4 Fim da conversibilidade do dólar.
3.5.5 A nova arquitetura financeira e monetária internacional.
3.5.6 Crises econômico-financeiras nos últimos 20 anos.
3.5.7 As inovações financeiras, a grande crise de 2008 e as reformas regulatórias.
3.5.8 Os Acordos de Basileia.
3.5.9 A nova Governança do Sistema Financeiro Internacional.
3.6 O Papel do G20 como principal foro de cooperação financeira global 3.6.1 Arranjo Contingente de Reservas dos BRICS.
3.6.2. O papel dos novos bancos regionais e multilaterais no financiamento ao desenvolvimento.
3.6.3 O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e o Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura.
4 História econômica brasileira 4.1 A economia brasileira no Século XIX 4.1.1 A economia cafeeira.
4.2 Primeira República 4.2.1 Políticas econômicas e evolução da economia brasileira.
4.2.2 Crescimento industrial.
4.2.3 Políticas de valorização do café.
4.3 A Industrialização Brasileira no Período 1930-1945 4.3.1 O Modelo de Industrialização por Substituição de Importações (ISI)
4.3.2 Falhas e Críticas ao Modelo de Industrialização por Substituição de Importações 29/30 (ISI).
4.4 A década de 1950 4.4.1 O Plano SALTE.
4.4.2 O Plano de Metas.
4.4.3 O pós-guerra e a Nova Fase de Industrialização.
4.5 O Período 1962-1967 4 5.1 A desaceleração no crescimento.
4.5.2 O Plano Trienal de Desenvolvimento Econômico e Social.
4.5.3 Reformas do Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG).
4.5.4 A Importância das reformas do PAEG para a retomada do crescimento em 1968.
4.6 A retomada do crescimento 1968-1973 4.6.1 Causas do “Milagre Econômico”.
4.6.2 O Primeiro Plano Nacional de Desenvolvimento (I PND).
4.7 Desaceleração econômica e o segundo Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND)  —-
4.8 A crise dos anos oitenta 4.8.1 A interrupção do financiamento externo e as políticas de ajuste.
4.8.2 Aceleração inflacionária e os planos de combate à inflação.
4.8.3 O debate sobre a natureza da inflação no Brasil.
4.9 Economia Brasileira nos anos noventa 4.9.1 Abertura (comercial e financeira) parcial da economia brasileira.
4.9.2 O êxito do Plano Real. 4.9.3 Os Benefícios da estabilidade econômica.
4.9.4 As reformas institucionais do Governo Fernando Henrique Cardoso
4.10 A economia brasileira na primeira década do século XXI 4.10.1 As diferenças na política econômica entre o primeiro e o segundo mandato do Governo Lula.
4.10.2 Os efeitos positivos das políticas distributivas de renda.
4.11 Tópicos atuais de discussão 4.11.1 A deterioração das contas públicas e seus impactos sobre a economia brasileira.
4.11.2 A Nova Matriz Econômica.
4.11.3 A baixa produtividade da economia brasileira.
4.11.4 A relação entre abertura comercial, produtividade e inovação.
4.11.5 A economia política da política comercial brasileira.
4.11.6 A redução relativa e precoce do setor industrial no PIB brasileiro.
4.11.7 Resiliência do processo inflacionário.
4.11.8 Os desafios da implementação de reformas estruturais na previdência social, nas regras trabalhistas e no sistema tributário.
4.11.9 O desenvolvimento de mecanismos de financiamento privado para o financiamento do investimento em infraestrutura.

* OBS.: o conteúdo destacado em vermelho corresponde aos novos temas da disciplina inseridos no Edital 2017.

Baixe aqui a tabela em PDF

Alguns desses novos tópicos apareciam nas questões de forma implícita, inseridos no contexto de temáticas mais amplas, e, agora, estão sendo requeridos oficial e individualmente. Outros pontos, porém, são completamente inusitados e precisam ser estudados com bastante atenção. Uma preparação adequada, então, deve se basear no aprendizado teórico aliado à prática de exercícios – lembrando que nossos queridos Guias de Estudos e provas anteriores estão aí para isso. Depois, é fundamental aprofundar e intensificar os estudos com um treinamento direcionado ao aprimoramento das respostas dissertativas, focando na forma e no conteúdo.

A seguir, o estimado mestre de Economia Daniel Sousa explica mais sobre os aspectos de formato e de conteúdo das questões discursivas dessa disciplina, e dá dicas primorosas para vocês obterem a almejada nota 100 na prova da Terceira Fase!

Assistam ao vídeo:

 

Participação especial neste post:

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Daniel Sousa – Mestre em Economia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); especializado em Innovation in Business Learning pela Boston College e professor de Economia na área de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional – Clio.

 

 

VEJA TAMBÉM:

#PassandoDeFase no CACD – História do Brasil

#PassandoDeFase no CACD – Direito Internacional Público

#PassandoDeFase no CACD – Língua Espanhola e Língua Francesa

#PassandoDeFase no CACD – Língua Inglesa

#PassandoDeFase no CACD – Política Internacional

#PassandoDeFase no CACD – Direito Interno

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#PassandoDeFase no CACD – Direito Interno

Futuros e futuras diplomatas desse Brasil,

Há alguns dias, vimos como a prova de Direito pode cobrar o conteúdo de Direito Internacional Público (DIP) na Terceira Fase do CACD 2017. Agora, falaremos sobre a parte reservada ao Direito Interno (DIR) – “Noções de direito e ordenamento jurídico brasileiro”, conforme a descrição do conteúdo programático – no exame dessa disciplina.

A prova de Direito como um todo não sofreu alterações significativas em seu formato e conteúdo nas últimas edições do concurso, e o modelo tradicionalmente adotado permaneceu também neste ano. A única variação que tem ocorrido é em relação à proporção de cada matéria nas questões: os exames anteriores mais recentes mostram uma tendência em abordar as temáticas de Direito Interno em menor escala e, na maioria das vezes, relacionadas ao Direito Internacional. Vale lembrar, porém, que o programa de Direito possui dez itens puramente de DIR e é preciso conhecer bem cada um deles para que suas respostas dissertativas façam sentido para a banca examinadora, caríssimos!

Vejam, abaixo, mais detalhes sobre a prova dessa disciplina e, em especial, o seu conteúdo requerido.

 

Data e horário da prova (DIP e DIR):

  • 08 de outubro (domingo)
  • Início: 09h00
  • Término: 13h00

 

Composição da prova (DIP e DIR):

  • duas questões de 60 linhas para resposta – 30 pontos cada uma
  • duas questões de 40 linhas para resposta – 20 pontos cada uma
  • Pontuação máxima: 100 pontos

 

Conteúdo programático requerido (somente DIR):

ITENS SUBITENS
1 Normas jurídicas. 1.1 Características básicas.
1.2 Hierarquia.
2 Constituição: conceito, classificações, primado da Constituição, controle de constitucionalidade das leis e dos atos normativos.  —–
3 Fatos e atos jurídicos. 3.1 Elementos, classificação e vícios do ato e do negócio jurídico.
3.2 Personalidade jurídica no Direito Brasileiro.
4 Estado: características, elementos, soberania, formas de Estado, confederação, república e monarquia, sistemas de governo (presidencialista e parlamentarista), estado democrático de direito.  —–
5 Organização dos poderes no Direito Brasileiro.  —–
6 Processo legislativo brasileiro.  —–
7 Princípios, direitos e garantias fundamentais da Constituição Federal de 1988 (CF/1988).  —–
8 Noções de organização do Estado na CF/1988 8.1 Competências da União, dos Estados membros e dos municípios.
8.2 Características do Distrito Federal.
9 Atividade administrativa do Estado brasileiro: princípios constitucionais da administração pública e dos servidores públicos, controle de legalidade dos atos da Administração.  —–
10 Responsabilidade civil do Estado no direito brasileiro.  —–

Baixe aqui a tabela em PDF

 

Em relação a outras disciplinas, o conteúdo teórico a ser estudado de Direito Interno é bastante sucinto. Esse é um ponto positivo na formulação do plano de estudos dessa matéria, pois permite que vocês dediquem mais tempo ao treinamento prático, por meio da realização regular de questões no formato aplicado pelo processo seletivo. Assim, após as leituras necessárias para o entendimento de cada tema, o ideal é estabelecer uma rotina de exercícios e revisões, partindo dos indispensáveis Guias de Estudos e provas anteriores do certame.

No vídeo a seguir, o excelente e querido mestre de Direito Interno Ricardo Macau traz orientações e dicas imperdíveis sobre os aspectos estruturais e temáticos das questões discursivas da disciplina. Assistam e fiquem ainda mais afinados com as exigências da banca Cespe nessa etapa decisiva do CACD, pupilos e pupilas! 🙂

 

Participação especial neste post:

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Ricardo Victalino – Doutor em Direito do Estado pela Universidade de São Paulo (USP) e professor de Direito Interno e de Direito Internacional Público na área de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional – Clio.

 

 

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#PassandoDeFase no CACD – Política Internacional

Queridos pupilos e pupilas,

Hoje vamos falar da disciplina de maior peso no CACD e, consequentemente, nos estudos de um (a) aspirante à Carreira de Diplomata! Neste ano, em particular, a Política Internacional (PI) recebeu um grande destaque em ambas fases em que aparece no processo seletivo: na primeira etapa, abarcou o maior número de questões (doze) da prova objetiva; já no terceiro e último estágio do concurso, seu exame voltou a ser individual e mais robusto, composto por quatro questões discursivas. Essa foi mais uma das grandes novidades do CACD 2017, visto que, nas três últimas edições do certame, a Terceira Fase apresentou uma prova única de PI e Geografia, na qual havia apenas duas perguntas para cada matéria.

O fato é que uma prova mais extensa e trabalhosa requer uma preparação que seja proporcional e adequada a essa nova realidade, meus caros. Assim como nas demais disciplinas, a melhor estratégia de estudos nesse momento é a realização de exercícios de forma intensiva e continuada. O primeiro passo pode ser dado por meio dos exames anteriores e dos Guias de Estudos do Instituto Rio Branco (IRBr). Esgotados os conteúdos desses materiais, os candidatos devem, então, aprofundar os estudos baseados nas questões dissertativas, contando com uma ajuda especializada nas demandas específicas da banca examinadora (Cespe/UnB).

A seguir, vejam as informações gerais sobre a prova de Política Internacional na Terceira Fase.

 

Data e horário da prova:

  • 06 de outubro (sexta-feira)
  • Início: 09h00
  • Término: 13h00

 

Composição da prova:

  • duas questões de 90 linhas para resposta – 30 pontos cada uma
  • duas questões de 60 linhas para resposta – 20 pontos cada uma
  • pontuação máxima: 100 pontos

 

Conteúdo programático requerido:

ITENS SUBITENS
1 Relações internacionais: conceitos básicos, atores, processos, instituições e principais paradigmas teóricos.  —
2 A política externa brasileira: evolução desde 1945, principais vertentes e linhas de ação.  —
3 O Brasil e a América do Sul. 3.1 Integração na América do Sul.
3.2 O MERCOSUL: origens do processo de integração no Cone Sul.
3.3 Objetivos, características e estágio atual de integração.
3.4 A Iniciativa de Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (IIRSA).
3.5 A União Sul-Americana de Nações: objetivos e estrutura.
3.6 O Conselho de Defesa da América do Sul.
4 A política externa argentina; a Argentina e o Brasil.  —
5 A política externa norte-americana e relações com o Brasil.  —
6 Relações do Brasil com os demais países do hemisfério.  —
7 A Política externa francesa e relações com o Brasil.  —
8 Política externa inglesa e relações com o Brasil.  —
9 Política externa alemã e relações com o Brasil.  —
10 A União Europeia e o Brasil.  —
11 Política externa russa e relações com o Brasil.  —
12 A África e o Brasil.  —
13 A política externa da China, da Índia e do Japão; relações com o Brasil.  —
14 Oriente Médio: a questão palestina; Síria, Iraque; Irã.  —
15 A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.  —
16 A agenda internacional e o Brasil. 16.1 O multilateralismo de dimensão universal: a ONU; as Conferências Internacionais; os órgãos multilaterais.
16.2 Desenvolvimento.
16.3 Pobreza e ações de combate à fome.
16.4 Meio ambiente.
16.5 Direitos Humanos.
16.6 Comércio internacional e Organização Mundial do Comércio (OMC).
16.7 Sistema financeiro internacional.
16.8 Desarmamento e não-proliferação.
16.9 Conflito étnico, sectário e nacionalismo: os casos do Bálcãs e do Oriente Médio (Síria, Líbano, Iraque).
16.10 Crimes de guerra e crimes contra a humanidade: genocídio, holocausto e a Corte Penal Internacional.
16.11 Políticas de identidade: gênero, raça e religião como vetores da política mundial.
16.12 Terrorismo.
16.13 Narcotráfico.
16.14 A reforma das Nações Unidas.
17 O Brasil e o sistema interamericano.  —
18 O Brasil e a formação dos blocos econômicos.  —
19 A dimensão da segurança na política exterior do Brasil.  —
20 O Brasil e as coalizões internacionais: o G-20, o IBAS e o BRICS.  —
21 O Brasil e a cooperação sul-sul.  —

Baixe aqui a tabela em PDF

 

Observando os concursos anteriores, podemos perceber que a prova de PI na Terceira Fase, assim como na primeira etapa, preza pelos temas de atualidades da agenda mundial e dá um grande destaque aos assuntos ligados à política externa brasileira. Ademais, dentre a variedade de tópicos do conteúdo programático há alguns pontos que merecem um pouco mais de atenção durante os estudos. Para identificar melhor esses elementos, contamos com as orientações especializadas do caríssimo mestre de Política Internacional Paulo Velasco! No vídeo abaixo, ele fala sobre as principais características das questões discursivas e relaciona os temas que, em sua avaliação, podem ser escolhidos pela banca para compor o exame deste ano. Não deixem de conferir as explicações e dicas de ouro do professor! 😉

 

Participação especial neste post:

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Paulo Afonso Velasco – Doutor em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) e professor de Política Internacional na área de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional – Clio.

 

 

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Caríssimos CACDistas,

A Língua Inglesa também está entre as disciplinas que contaram com inovações na etapa discursiva do CACD 2017. Todavia, diferentemente das outras matérias que sofreram alterações de formato e conteúdo das questões – Língua Espanhola e Língua Francesa –, a novidade de Inglês foi apenas em relação à “localização” da prova no concurso: neste ano, o idioma anglo-saxão integrará a Segunda Fase, junto à Língua Portuguesa, em vez de compor a Terceira Fase como nos anos anteriores. Com efeito, os critérios de avaliação do exame de Redação Inglês foram divulgados pela primeira vez no Edital, tornando mais transparente esse aspecto do processo seletivo para os candidatos.

Vejam, abaixo, as informações completas sobre a prova.

 

Data e horário da prova:

  • 01 de outubro (domingo)
  • Início: 14h00
  • Término: 19h00

 

Composição da prova:

  • uma redação sobre tema geral, com extensão de 400 a 450 palavras – valor: 50 pontos
  • uma tradução de um texto do inglês para o português – valor: 20 pontos
  • uma versão de um texto do português para o inglês – valor: 15 pontos
  • um resumo, em inglês, a partir de um texto escrito em Língua Inglesa – valor: 15 pontos
  • pontuação máxima: 100 pontos

 

Conteúdo programático requerido e critérios de avaliação:

QUESTÕES ITENS REQUERIDOS
1 Redação em língua inglesa Expressão em nível avançado
Domínio da gramática
Qualidade e propriedade no emprego da linguagem
Organização e desenvolvimento de ideias
2 Tradução do Inglês para o Português Fidelidade ao texto-fonte
Respeito à qualidade e ao registro do texto-fonte
Correção morfossintática e lexical
3 Versão do Português para o Inglês Fidelidade ao texto-fonte
Respeito à qualidade e ao registro do texto-fonte
Correção morfossintática e lexical
4 Resumo Capacidade de síntese e de reelaboração em Inglês correto

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Baixe aqui as tabelas em PDF

Como já observamos nos posts anteriores, um elemento fundamental para se obter mais facilidade e qualidade nas provas escritas é a prática constante de exercícios. Para as disciplinas da Segunda Fase do CACD essa regra se torna ainda mais importante, meus caros! A prova escrita de Língua Inglesa, em particular, possui aspectos bastante específicos em relação à abordagem do conteúdo, sendo esse o fator que mais a diferencia dos exames de outros concursos. Portanto, procurem estabelecer um plano de estudos que tenha como base a realização de questões no formato do exame, e não se esqueçam de que as provas anteriores e os Guias de Estudos oficiais e extraoficiais do Instituto Rio Branco (IRBr) são ferramentas valiosas neste sentido.

Para deixá-los ainda mais inteirados a respeito da prova de Redação Inglês, no vídeo a seguir, o estimado mestre Rodrigo Armstrong faz um panorama supimpa sobre o perfil das questões discursivas, os temas que costumaram aparecer nas edições anteriores do concurso e os tipos de assuntos que podem ser abordados pela banca neste ano. Confiram as explicações do professor e anotem todas as dicas! 😉

 

Participação especial neste post:

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Rodrigo Armstrong – Graduado em Relações Internacionais pela Tufts University (Estados Unidos) e Mestre em Economia Política Internacional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professor de Língua Inglesa na área de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional – Clio.

 

 

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Estimadas e estimados aspirantes à Carreira de Diplomata,

Uma das maiores novidades do CACD 2017 foi o retorno da prova de Língua Espanhola e Língua Francesa para o formato discursivo. Observando as últimas edições do concurso, podemos verificar que essas disciplinas são abordadas somente na etapa final da seleção e, juntas, compõem um exame único com valor total de cem pontos, no qual cada matéria abarca metade dessa pontuação. Neste ano, essa configuração será mantida, todavia, as questões vão seguir um modelo bem diferente daqueles praticados anteriormente e possuirão um nível de dificuldade consideravelmente superior.

Confiram as informações gerais sobre a avaliação:

Data e horário da prova:

  • 08 de outubro (domingo)
  • Início: 15h00
  • Término: 19h00

Composição da prova:

  • 2 questões de Língua Espanhola (um resumo e uma versão) – 25 pontos cada uma
  • 2 questões de Língua Francesa (um resumo e uma versão) – 25 pontos cada uma
  • Pontuação máxima: 100 pontos

Conteúdo programático requerido:

QUESTÕES ITENS DE AVALIAÇÃO
1. Elaboração de resumo, em espanhol, a partir de texto escrito em língua espanhola Capacidade de síntese e de reelaboração em um registro culto.
2. Elaboração de resumo, em francês, a partir de texto escrito em língua francesa
3. Versão de um texto do português para o espanhol Fidelidade ao texto-fonte, respeito à qualidade e ao registro do texto-fonte e a correção morfossintática e lexical.
4. Versão de um texto do português para o francês

Baixe aqui a tabela em PDF

Devido à inovação no modelo das questões, essas duas disciplinas não possuem um material de apoio aos estudos tão vasto (provas anteriores e Guias de Estudos, por exemplo) como as demais matérias da Terceira Fase. Os conteúdos mais próximos disso são os exercícios de versão (português para o francês) requeridos no extinto Exame Vestibular ao Curso de Preparação à Carreira de Diplomata, que constam nos Anuários do IRBr de 1980 a 1990, conforme vimos anteriormente na série De Olho na Banca.

Nesta etapa do processo seletivo, é imprescindível uma preparação baseada na prática de exercícios regulares, pupilos! O mais recomendável neste momento é executar um treinamento apropriado e eficaz, no qual vocês possam praticar e se familiarizar cada vez mais com a forma como conteúdo de Espanhol e de Francês será cobrado na prova. Neste sentido, é bastante válido procurar ajuda especializada, especialmente se o candidato não possui domínio dessas línguas estrangeiras.

A seguir, os professores Juan Martín e Frédéric Estève, mestres da Língua Espanhola e da Língua Francesa respectivamente, trazem para vocês explicações detalhadas sobre as questões discursivas de cada disciplina, e também dão dicas de estudos supimpas para uma preparação à altura do desafio da Terceira Fase do CACD. Assistam aos vídeos e façam proveito das orientações, meus caros! 😉

 

 

Participações especiais neste post:

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Frédéric Estève – Titular do Master Executivo do Institut d’Administration des Entreprises d’Aix-en-Provence e professor de Língua Francesa nos cursos preparatórios de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional / Clio.

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Juan Manuel Martín – Bacharel em Direito pela Universidad Nacional de Córdoba (UNC) e professor de Língua Espanhola nos cursos preparatórios de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional / Clio.

 

 

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#PassandoDeFase no CACD – Direito Internacional Público

#PassandoDeFase no CACD – Direito Internacional Público

Digníssimas e digníssimos,

Como bem sabemos, o Direito Internacional Público (DIP) sempre aparece acompanhado do Direito Interno (DIR) no CACD: as duas disciplinas, juntas, compõem a prova de “Noções de Direito e Direito Internacional Público”, conforme registra o Edital, tanto na Primeira como na Terceira Fase do concurso. Para garantir que vocês fiquem afiados nas demandas de cada matéria na etapa discursiva, vamos analisar separadamente os aspectos de cada uma delas, assim como fizemos na série “De Olho na Banca”.

Olhando para as últimas provas da Terceira Fase, podemos perceber que o conteúdo de Direito Internacional tem sido abordado nas questões em proporção superior ao Direito Interno. No ano passado, por exemplo, foram três perguntas envolvendo DIP enquanto o DIR apareceu somente em duas. Sendo assim, meus caros, é muito importante ter esse fato em mente no momento de formular o plano de estudos para o exame discursivo de Direito!

Vejam, a seguir, as informações e características estruturais da prova.

Data e horário da prova (DIP e DIR):

  • 08 de outubro (domingo)
  • Início: 09h00
  • Término: 13h00

Composição da prova (DIP e DIR):

  • 2 questões de 60 linhas para resposta – 30 pontos cada uma
  • 2 questões de 40 linhas para resposta – 20 pontos cada uma
  • Pontuação máxima: 100 pontos

Conteúdo programático requerido (somente DIP):

ITENS SUBITENS
1 Caráter jurídico do Direito Internacional Público (DIP) 1.1   Fundamento de validade da norma jurídica internacional; DIP e direito interno; DIP e direito internacional privado (Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro).
2 Fontes do DIP 2.1 Estatuto da Corte Internacional de Justiça (artigo 38).
2.2 Atos unilaterais do Estado.
2.3 Decisões de organizações internacionais.
2.4 Normas imperativas (jus cogens).
3 Sujeitos do DIP 3.1 Estados: conceito; requisitos; território; população (nacionalidade, condição jurídica do estrangeiro, deportação, expulsão e extradição).
3.2 Governo e capacidade de entrar em relações com os demais Estados.
3.3 Surgimento e reconhecimento (de Estado e de governo).
3.4 Sucessão.
3.5 Responsabilidade internacional.
3.6 Jurisdição e imunidade de jurisdição.
3.7 Diplomatas e cônsules: privilégios e imunidades.
3.8 Organizações internacionais: definição, elementos constitutivos, classificação, personalidade jurídica.
3.9 Organização das Nações Unidas (ONU).
3.10 Santa Sé e Estado da Cidade do Vaticano.
3.11 Indivíduo.
4 Solução pacífica de controvérsias internacionais (artigo 33 da Carta da ONU) 4.1 Meios diplomáticos, políticos e jurisdicionais (arbitragem e tribunais internacionais).
5 Direito internacional dos direitos humanos 5.1 Proteção (âmbito internacional e regional).
5.2 Tribunais internacionais.
5.3 Direito internacional humanitário.
5.4 Direito do refugiado.
6 Direito da integração 6.1 Noções gerais.
6.2 MERCOSUL e União Europeia: gênese, estrutura institucional, solução de controvérsias.
7 Direito do comércio internacional 7.1 Conhecimentos elementares.
7.2 Organização Mundial do Comércio: gênese, estrutura institucional, solução de controvérsias.
8 Cooperação jurídica internacional em matéria penal  —-

Baixe aqui a tabela em PDF

Como vimos no post anterior, sobre a prova de História do Brasil, uma das atividades que não podem faltar neste momento da preparação é a realização continuada de exercícios discursivos. Sendo assim, torno a lembrá-los que as provas anteriores e os Guias de Estudos oficiais e extraoficiais do Instituto Rio Branco (IRBr) são materiais de grande utilidade e que servem como um ótimo pontapé inicial para os estudos!

Mas o que fazer e esperar das questões dissertativas de Direito Internacional Público? Quais temas são passíveis de maior dedicação e quais assuntos aparecem na prova com menos frequência? Nosso caríssimo mestre Guilherme Bystronski vem esclarecer essas dúvidas inquietantes e dar a vocês o caminho das pedras para uma preparação sob medida para Terceira Fase de DIP. Confiram no vídeo abaixo, caros pupilos! 😉

 

Participação especial neste post:

#PassandoDeFase no CACD – História do Brasil

Estimados pupilos e pupilas,

A Primeira Fase do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) 2017 passou e, agora, a missão é olhar para frente! Afinal de contas, falta apenas pouco mais de um mês para a realização das temidas provas discursivas da segunda e da terceira etapa do processo seletivo.

Mas será que há, realmente, motivos para tanto temor, meus caros? É verdade que as questões discursivas são mais exigentes e trabalhosas, todavia, posso garantir que elas não são nenhum bicho de sete cabeças! Como já vimos na série De Olho na Banca, um dos segredos para desmistificar as provas do CACD é conhecer bem as características comuns e recorrentes da banca examinadora e, assim, ficar cada vez mais afinado com as demandas que estão por vir. Quais temas costumam ser cobrados com frequência? E os assuntos que raramente aparecem? O que não pode ser feito de jeito nenhum nas respostas? Qual é o melhor método de estudos para os exames discursivos? Essas são algumas das perguntas que vocês precisam ter em mente para estruturar uma preparação adequada para a Segunda e a Terceira Fase do concurso.

Assim como num jogo de videogame onde os jogadores adaptam suas estratégias conforme conquistam o level up, os candidatos de um processo seletivo precisam saber reajustar seus planos de estudos de acordo com as necessidades de cada estágio do certame. Por isso, a partir de hoje, teremos aqui no blog uma série de posts especiais, que poderão ajudá-los nessa tarefa um tanto quanto minuciosa. Para tanto, contaremos com explicações e muitas dicas dos mestres mais especializados e experientes no CACD!

Vamos começar por História do Brasil, disciplina que compõe a Terceira Fase e, junto com Política Internacional, possui a prova mais extensa dessa etapa.

Data e horário da prova:

  • 06 de outubro (sexta-feira)
  • Início: 15h00
  • Término: 19h00

Composição da prova:

  • 2 questões de 90 linhas para resposta e valor de 30 pontos (cada uma)
  • 2 questões de 60 linhas para resposta e valor de 20 pontos (cada uma)
  • Pontuação máxima: 100 pontos

Conteúdo programático requerido:

ITENS SUBITENS
1 O período colonial 1.1 A configuração territorial da América Portuguesa.
1.2 O Tratado de Madri e Alexandre de Gusmão.
2 O processo de independência 2.1 Movimentos emancipacionistas.
2.2 A situação política e econômica europeia.
2.3 O Brasil sede do Estado monárquico português.
2.4 A influência das ideias liberais e sua recepção no Brasil.
2.5 A política externa.
2.6 O Constitucionalismo português e a independência do Brasil.
3 O Primeiro Reinado (1822- 1831) 3.1 A Constituição de 1824.
3.2 Quadro político interno.
3.3 Política exterior do Primeiro Reinado.
4 A Regência (1831-1840) 4.1 Centralização versus descentralização: reformas institucionais.
4.2 O Ato Adicional de 1834 e revoltas provinciais.
4.3 A dimensão externa.
5 O Segundo Reinado (1840-1889) 5.1 O Estado centralizado; mudanças institucionais; os partidos políticos e o sistema eleitoral; a questão da unidade territorial.
5.2 Política externa: as relações com a Europa e os Estados Unidos da América; questões com a Inglaterra; a Guerra do Paraguai.
5.3 A questão da escravidão.
5.4 Crise do Estado Monárquico.
5.5 As questões religiosa, militar e abolicionista.
5.6 Sociedade e cultura: população, estrutura social, vida acadêmica, científica e literária.
5.7 Economia: a agroexportação; a expansão econômica e o trabalho assalariado; as políticas econômico-financeiras; a política alfandegária e suas consequências.
6 A Primeira República (1889-1930) 6.1 A proclamação da República e os governos militares.
6.2 A Constituição de 1891.
6.3 O regime oligárquico: a “política dos estados”; coronelismo; sistema eleitoral; sistema partidário; a hegemonia de São Paulo e Minas Gerais.
6.4 A economia agroexportadora.
6.5 A crise dos anos 20 do século XX: tenentismo e revoltas.
6.6 A Revolução de 1930.
6.7 A política externa: a obra de Rio Branco; o pan-americanismo; a II Conferência de Paz da Haia (1907); o Brasil e a Grande Guerra de 1914; o Brasil na Liga das Nações.
6.8 Sociedade e cultura: o Modernismo.
7 A Era Vargas (1930-1945) 7.1 O processo político e o quadro econômico financeiro.
7.2 A Constituição de 1934.
7.3 A Constituição de 1937: o Estado Novo.
7.4 O contexto internacional dos anos 1930 e 1940; o Brasil e a Segunda Guerra Mundial.
7.5 Industrialização e legislação trabalhista.
7.6 Sociedade e cultura.
8 A República Liberal (1945-1964) 8.1 A nova ordem política: os partidos políticos e eleições; a Constituição de 1946.
8.2 Industrialização e urbanização.
8.3 Política externa: relações com os EUA; a Guerra Fria; a “Operação Pan-Americana”; a “política externa independente”; o Brasil na ONU; o Brasil no Rio da Prata; o Brasil e a expulsão de Cuba na OEA.
8.4 Sociedade e cultura.
9 O Regime Militar 26/30 (1964-1985) 9.1 A Constituição de 1967 e as modificações de 1969.
9.2 O processo de transição política.
9.3 A economia.
9.4 Política externa: relações com os EUA; o “pragmatismo responsável”; relações com a América Latina, relações com a África; o Brasil na ONU.
9.5 Sociedade e cultura
10 O processo democrático a partir de 1985 10.1 A Constituição de 1988.
10.2 Partidos políticos e eleições.
10.3 Transformações econômicas.
10.4 Impactos da globalização.
10.5 Mudanças sociais.
10.6 Manifestações culturais.
10.7 Evolução da política externa.
10.8 MERCOSUL.
10.9 O Brasil na ONU.

Baixe aqui a tabela em PDF

Como dá para perceber, caríssimos, o conteúdo cobrado pela prova é bastante extenso e isso requer que os candidatos planejem e executem uma rotina de estudos eficiente e objetiva. Além disso, um dos elementos que não podem faltar nesse momento da preparação é a prática contínua de exercícios, pois, somente assim, será possível identificar os pontos que carecem de atenção e melhorias de desempenho. Assim, as provas anteriores e os Guias de Estudos (com as melhores e piores respostas avaliadas pela banca) se tornam peças-chave a partir de agora. Vocês podem conferir mais informações e baixar todos esses materiais nesse post que publicamos há alguns dias. 😉

Agora, diante de tantos assuntos a serem estudados, como saber quais deles merecem mais atenção, definir as prioridades e identificar os pontos de atenção no decorrer da preparação? Nosso queridíssimo mestre de História do Brasil João Daniel veio fornecer algumas dicas e orientações especializadas nesse sentido. No vídeo a seguir, vocês podem conferir explicações do professor sobre as características da prova nos últimos anos, aspectos atuais e temas que, em sua análise, possuem grandes chances de serem cobrados neste ano. Assistam e aproveitem todas as instruções, queridos CACDistas!

 

Participação especial neste post: