Por onde começar? – Língua Espanhola no CACD

Por onde começar? – Língua Espanhola no CACD

Estimados e estimadas,

De maneira geral, a Língua Espanhola está entre os idiomas mais requeridos nas seleções para os cargos voltados ao exterior. Além de ser uma das línguas mais faladas do planeta, à medida que o Brasil foi consolidando suas relações com os países vizinhos, a comunicação em Espanhol tornou-se recorrente para os profissionais de setores internacionais. Com efeito, o conhecimento da língua passou a ser considerado uma ferramenta cada vez mais necessária para essa área de atuação.

No caso do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), podemos aplicar esta mesma lógica, sobretudo se observarmos a recorrência e obrigatoriedade da disciplina nos últimos certames. Ao menos desde 2009, a Língua Espanhola é cobrada com regularidade pelo edital, com apenas algumas diferenças no nível de conhecimento do idioma. Sendo aplicada ora na Terceira Fase, ora na Quarta Fase (atualmente extinta da seleção), a prova já ocorreu em três modelos distintos: questões discursivas pontuais de interpretação de texto (2009 a 2013); perguntas objetivas do tipo “certo ou errado” (2014 a 2016); e o novo exame discursivo aplicado em 2017, composto pelas atividades de resumo e versão.

O atual conteúdo programático da disciplina é o mais sucinto de todo o edital – assim como o de Língua Francesa, que veremos mais adiante –, e diz respeito mais à estrutura da prova do que ao conteúdo da matéria propriamente dito. As especificações se resumem em dois tópicos:

1 Elaboração de resumo, em espanhol, a partir de texto escrito em língua espanhola, em que serão avaliadas a capacidade de síntese e de reelaboração em um registro culto;

2 Versão de um texto do português para o espanhol, em que serão avaliados a fidelidade ao texto-fonte, o respeito à qualidade e ao registro do texto-fonte e a correção morfossintática e lexical.

Diante disso, uma das dúvidas que sempre ocorrem aos candidatos é: há necessidade de ter fluência na língua para realizar a prova? É claro que ser fluente no idioma é um elemento facilitador – até mesmo para a atuação diplomática posteriormente. Porém, isto não é um pré-requisito indispensável para a realização do exame. O mais importante para a aprovação é atender às demandas do edital, que podem ser sintetizadas na capacidade de escrita e no conhecimento da língua correspondente aos critérios de avaliação da banca.

Para auxiliá-los a compreender tais requisitos e a estruturar os estudos da Língua Espanhola de forma satisfatória para o CACD, o grande professor Juan Martín traz seus melhores conselhos e orientações sobre esse idioma tão semelhante e, ao mesmo tempo, tão diferente da nossa língua nativa. Confiram no vídeo!

 

Participação especial neste post:

Juan Manuel Martín – Bacharel em Direito pela Universidad Nacional de Córdoba (UNC) e professor de Língua Espanhola nos cursos preparatórios de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional / Clio.

 

 

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