#PassandoDeFase no CACD – Política Internacional

#PassandoDeFase no CACD – Política Internacional

Queridos pupilos e pupilas,

Hoje vamos falar da disciplina de maior peso no CACD e, consequentemente, nos estudos de um (a) aspirante à Carreira de Diplomata! Neste ano, em particular, a Política Internacional (PI) recebeu um grande destaque em ambas fases em que aparece no processo seletivo: na primeira etapa, abarcou o maior número de questões (doze) da prova objetiva; já no terceiro e último estágio do concurso, seu exame voltou a ser individual e mais robusto, composto por quatro questões discursivas. Essa foi mais uma das grandes novidades do CACD 2017, visto que, nas três últimas edições do certame, a Terceira Fase apresentou uma prova única de PI e Geografia, na qual havia apenas duas perguntas para cada matéria.

O fato é que uma prova mais extensa e trabalhosa requer uma preparação que seja proporcional e adequada a essa nova realidade, meus caros. Assim como nas demais disciplinas, a melhor estratégia de estudos nesse momento é a realização de exercícios de forma intensiva e continuada. O primeiro passo pode ser dado por meio dos exames anteriores e dos Guias de Estudos do Instituto Rio Branco (IRBr). Esgotados os conteúdos desses materiais, os candidatos devem, então, aprofundar os estudos baseados nas questões dissertativas, contando com uma ajuda especializada nas demandas específicas da banca examinadora (Cespe/UnB).

A seguir, vejam as informações gerais sobre a prova de Política Internacional na Terceira Fase.

 

Data e horário da prova:

  • 06 de outubro (sexta-feira)
  • Início: 09h00
  • Término: 13h00

 

Composição da prova:

  • duas questões de 90 linhas para resposta – 30 pontos cada uma
  • duas questões de 60 linhas para resposta – 20 pontos cada uma
  • pontuação máxima: 100 pontos

 

Conteúdo programático requerido:

ITENS SUBITENS
1 Relações internacionais: conceitos básicos, atores, processos, instituições e principais paradigmas teóricos.  —
2 A política externa brasileira: evolução desde 1945, principais vertentes e linhas de ação.  —
3 O Brasil e a América do Sul. 3.1 Integração na América do Sul.
3.2 O MERCOSUL: origens do processo de integração no Cone Sul.
3.3 Objetivos, características e estágio atual de integração.
3.4 A Iniciativa de Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (IIRSA).
3.5 A União Sul-Americana de Nações: objetivos e estrutura.
3.6 O Conselho de Defesa da América do Sul.
4 A política externa argentina; a Argentina e o Brasil.  —
5 A política externa norte-americana e relações com o Brasil.  —
6 Relações do Brasil com os demais países do hemisfério.  —
7 A Política externa francesa e relações com o Brasil.  —
8 Política externa inglesa e relações com o Brasil.  —
9 Política externa alemã e relações com o Brasil.  —
10 A União Europeia e o Brasil.  —
11 Política externa russa e relações com o Brasil.  —
12 A África e o Brasil.  —
13 A política externa da China, da Índia e do Japão; relações com o Brasil.  —
14 Oriente Médio: a questão palestina; Síria, Iraque; Irã.  —
15 A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.  —
16 A agenda internacional e o Brasil. 16.1 O multilateralismo de dimensão universal: a ONU; as Conferências Internacionais; os órgãos multilaterais.
16.2 Desenvolvimento.
16.3 Pobreza e ações de combate à fome.
16.4 Meio ambiente.
16.5 Direitos Humanos.
16.6 Comércio internacional e Organização Mundial do Comércio (OMC).
16.7 Sistema financeiro internacional.
16.8 Desarmamento e não-proliferação.
16.9 Conflito étnico, sectário e nacionalismo: os casos do Bálcãs e do Oriente Médio (Síria, Líbano, Iraque).
16.10 Crimes de guerra e crimes contra a humanidade: genocídio, holocausto e a Corte Penal Internacional.
16.11 Políticas de identidade: gênero, raça e religião como vetores da política mundial.
16.12 Terrorismo.
16.13 Narcotráfico.
16.14 A reforma das Nações Unidas.
17 O Brasil e o sistema interamericano.  —
18 O Brasil e a formação dos blocos econômicos.  —
19 A dimensão da segurança na política exterior do Brasil.  —
20 O Brasil e as coalizões internacionais: o G-20, o IBAS e o BRICS.  —
21 O Brasil e a cooperação sul-sul.  —

Baixe aqui a tabela em PDF

 

Observando os concursos anteriores, podemos perceber que a prova de PI na Terceira Fase, assim como na primeira etapa, preza pelos temas de atualidades da agenda mundial e dá um grande destaque aos assuntos ligados à política externa brasileira. Ademais, dentre a variedade de tópicos do conteúdo programático há alguns pontos que merecem um pouco mais de atenção durante os estudos. Para identificar melhor esses elementos, contamos com as orientações especializadas do caríssimo mestre de Política Internacional Paulo Velasco! No vídeo abaixo, ele fala sobre as principais características das questões discursivas e relaciona os temas que, em sua avaliação, podem ser escolhidos pela banca para compor o exame deste ano. Não deixem de conferir as explicações e dicas de ouro do professor! 😉

 

Participação especial neste post:

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Paulo Afonso Velasco – Doutor em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) e professor de Política Internacional na área de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional – Clio.

 

 

VEJA TAMBÉM:

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