De Olho na Banca: CACD – Língua Inglesa

De Olho na Banca: CACD – Língua Inglesa

Barões e Baronesas,

A publicação do Edital 2017 do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) acionou a contagem regressiva dos estudos para as rigorosas provas formuladas pelo Cespe/UnB neste certame. Agora, mais do que nunca, vocês precisam estar afiados e cientes de todas as características dessa banca para evitarem surpresas negativas durante os exames, meus caros! Hoje, então, vamos analisar uma disciplina que sofreu algumas mudanças importantes na edição deste ano do concurso, tanto na fase objetiva como na discursiva.

A Língua Inglesa possuía um peso significativo na Primeira Fase do CACD, sendo a matéria com maior número de questões (treze) na prova objetiva, depois de Língua Portuguesa (com catorze). Neste ano, o formato “certo ou errado” único das questões se manteve, porém a quantidade foi consideravelmente reduzida para nove. Isso pode fazer com que a prova se torne menos cansativa, afinal, são menos quatro perguntas a serem analisadas e respondidas. Por outro lado, o nível de complexidade dos textos pode aumentar, já que o exame dessa disciplina costuma cobrar dos candidatos um nível de conhecimento da língua mais aprofundado – compreensão de textos escritos em Inglês e itens gramaticais relevantes para entendimento dos conteúdos semânticos.

Em relação à etapa discursiva, a alteração não ocorreu na estrutura da prova, mas sim em sua “localização” no concurso: em vez de compor a Terceira Fase como nos anos anteriores, a disciplina de Língua Inglesa integrará a Segunda Fase, junto à Língua Portuguesa. Já o formato e o conteúdo requeridos nas questões escritas continuaram os mesmos: redação com extensão de 400 a 450 palavras (com expressão em nível avançado; domínio da gramática; qualidade e propriedade no emprego da linguagem; organização e desenvolvimento de ideias), tradução de um texto do Inglês para o Português e versão de um texto do Português para o Inglês (ambas com fidelidade ao texto-fonte; respeito à qualidade e ao registro do texto-fonte; correção morfossintática e lexical) e um resumo, em Inglês, a partir de um texto também em Língua Inglesa (com capacidade de síntese e de reelaboração em Inglês correto).

Além desses fatores estruturais, as provas de Língua Inglesa do CACD possuem aspectos bem específicos em relação à abordagem do conteúdo, e isso é o que mais as diferencia dos exames de outros processos seletivos. Para deixá-los craques nessas especificidades, nossos mestres do idioma anglo-saxão, Manoela Assayag e Rodrigo Armstrong, vieram dar mais explicações sobre o que esperar das questões em ambas as etapas e dicas fantásticas para vocês tirarem todas elas de letra. Confiram nos vídeos a seguir! 🙂

 

Parte 1 – Professora Manoela Assayag:

 

Parte 2 – Professor Rodrigo Armstrong:

 

Participações especiais neste post:

 

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Manoela Assayag – Doutora em Relações Internacionais e Ciência Política e Mestre em Estudos Internacionais e Ciência Política pelo Institut de Hautes Études Internationales et du Développement (IHEID) em Genebra, Suíça. Professora de Língua Inglesa na área de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional – Clio.

 

avatar_armstrong-pqnRodrigo Armstrong – Graduado em Relações Internacionais pela Tufts University (Estados Unidos) e Mestre em Economia Política Internacional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professor de Língua Inglesa na área de Carreiras Internacionais do Damásio Educacional – Clio.

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